Bom Jesus dos Perdões tem um ritmo de vida que se reflete nos seus pratos: a simplicidade do interior misturada com toques de criatividade que surgem nas calçadas. Aqui, cada esquina tem um cheiro que conta uma história, seja o aroma de café fresco pela manhã ou o perfume da carne assada ao entardecer. Não é como nas grandes metrópoles; a comida aqui nasce da comunidade e do encontro familiar.
No Jardim Santos Dumont, o Rochedo Restaurante (Av. Santos Dumont, 672) abre as portas às quintas‑feiras para almoço das 11h às 14h30. O cardápio cai na faixa de R$ 1‑20 e a feijoada completa costuma ser a escolha dos clientes que chegam logo após a missa da tarde. A porção vem servida com farofa crocante e couve refogada. O ambiente costuma ter fila curta, porém quem chega depois das 13h pode aguardar quinze minutos.
A poucos metros, na Av. Rafael Souza Ramos, 920, o Bar do Durvalino atrai famílias que buscam um clima descontraído. Com preços também entre R$ 1‑20, o bar oferece petiscos como torresmo crocante e uma caipirinha feita na hora. O espaço é ideal para quem chega depois do almoço e quer um lanche rápido antes de seguir para a próxima parada. O bar costuma ficar cheio nos fins de semana, então vale chegar cedo se quiser escolher a mesa perto da janela.
Para quem prefere um ambiente mais tranquilo, a Villa Verde Pousada Gastronômica (Av. António Ramos - Guaxinduva) combina hospedagem com restaurante de pratos caseiros. Não há faixa de preço divulgada, mas o almoço de peixe na brasa e o arroz de pato são servidos em porções generosas que valem o investimento. O jardim ao fundo e o serviço costuma ser rápido, mesmo com a alta rotatividade de hóspedes. A pousada fica próximo ao ponto de ônibus que liga ao centro da cidade, facilitando o deslocamento.
Já o BALDIN - Casa de Carnes (Av. Rafael Souza Ramos, 900) funciona de segunda a sábado das 8h às 18h e aos domingos até 14h. O local tem um açougue anexo, o que garante carne de primeira para o churrasco de picanha que atrai grupos de amigos nos fins de semana. Não há preço fixo, mas a carne sai em porções que se dividem bem entre quatro pessoas, tornando a visita econômica quando comparada ao cardápio à la carte de restaurantes mais turísticos. O barulho da grelha e o cheiro de carvão criam um clima de celebração que combina com a tradição da região.
Se você tem um dia livre, comece o almoço no Rochedo, aproveite a feijoada e caminhe até o Bar do Durvalino para um lanche rápido. Depois, pegue um ônibus para a Villa Verde, almoce lá e relaxe no jardim. Termine a tarde no BALDIN, pedindo um churrasco de picanha para fechar o dia com sabor. A estação de ônibus central fica a poucos minutos de cada ponto, então o trajeto é fácil de seguir a pé ou de bicicleta. Essa rota garante variedade de sabores, preços e ambientes em apenas um dia em Bom Jesus dos Perdões.
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