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Os melhores pontos para comer em Mauá da Serra — Maio 2026

Descubra onde encontrar pratos caseiros, petiscos de bar e sushi autêntico na charmosa Mauá da Serra.

Mauá da Serra tem um ritmo tranquilo que reflete no prato do dia: comida feita com carinho, preços que cabem no bolso e um clima de vizinhança onde todo mundo se conhece. Aqui, o almoço costuma ser um momento de pausa para conversar, enquanto o jantar se transforma em um encontro mais descontraído ao fim da tarde. Começo o tour pela Restaurante Videira, na Rod. do Café. O lugar abre às 6h30 e serve até 22h, perfeito para quem chega cedo. O cardápio está na faixa de R$ 1–20 e o destaque é o prato caseiro que chega com arroz soltinho, feijão temperado e carne de panela. A sobremesa de pudim aparece na lista de recomendações dos clientes, e o preço é bem acessível comparado ao ELIM, que cobra entre R$ 20–40. Na sexta, a fila costuma ser curta, mas nos dias de quinta o movimento aumenta por causa do almoço de negócios. Para um lanche rápido ou um happy hour, o Buteko do Gordo na Av. Ponta Grossa, 385, é a escolha certa. O bar funciona de segunda a sábado, das 7h às 23h, e oferece petiscos que vão do sanduíche simples ao pastel crocante, tudo dentro do mesmo intervalo de preço do Videira. O ambiente tem um toque de bar de bairro, que permite observar o movimento da rua. Os clientes comentam que a sexta‑feira tem um clima animado, e a fila costuma ser de poucos minutos, ideal para quem não quer esperar. Se a vontade é de um almoço mais elaborado, o ELIM – Café e Restaurante fica na Estrada da Serra, km 297. O espaço abre das 7h às 23h todos os dias, o que permite um café da manhã reforçado ou um jantar tardio. O preço médio entre R$ 20–40 reflete a qualidade dos pratos, como a pamonha de milho verde que aparece nas avaliações, acompanhada de um pudim de leite condensado que agrada ao paladar doce. O local aceita pets e tem estacionamento amplo, facilitando quem chega de carro. Para fechar a noite com um toque oriental, a Sabor Oriental – Restaurante da Marta na Rua José Rodrigues da Silva, 305, oferece sushi, temaki e pratos quentes típicos da cozinha japonesa. O restaurante abre apenas à noite, de quinta a sábado, das 19h às 23h, e não tem preço fixo listado, mas os clientes apontam que a relação qualidade‑preço é excelente. O ambiente é intimista, combinando bem com uma noite de conversa após o jantar. Um roteiro de um dia poderia começar com um café da manhã leve no Videira, seguido de um passeio pela rodovia até o Buteko do Gordo para um lanche ao meio‑dia. À tarde, o ELIM serve como parada para um almoço mais robusto, enquanto a noite termina no Sabor Oriental, onde um prato de sushi fresco encerra a jornada gastronômica. Entre cada parada, a avenida principal e a rua José Rodrigues da Silva são fáceis de achar a pé ou de carro, e o trânsito costuma ser leve nos horários de pico.

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Sabores de Mauá da Serra: onde comer bem na cidade — Maio 2026

Descubra quatro cantos gastronômicos de Mauá da Serra, do café da manhã ao jantar, com dicas de pratos, preços e horários.

Mauá da Serra tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. A cidade se espalha ao longo da Rod. do Café e da BR‑376, e cada esquina traz um tempero diferente que reflete a vida rural e o trânsito de viajantes. Aqui, o almoço costuma ser caseiro, o lanche tem toque de bar e o jantar pode ser um prato mais elaborado com vista para a serra. Começo o dia no Restaurante Videira, localizado na Rod. do Café. A fachada tem videiras, e o cardápio oferece opções como arroz carreteiro, feijão tropeiro e um pudim de leite que costuma aparecer nas conversas dos clientes. O preço varia entre R$ 1 e R$ 20, ideal para quem quer um café da manhã reforçado sem gastar muito. O estabelecimento abre às 6h30 de segunda a sábado e serve até 22h nos dias de semana, então dá para chegar cedo e ainda aproveitar um almoço tranquilo. A fila costuma ser curta nos fins de semana, mas vale a pena chegar antes das 9h se quiser escolher a mesa perto da janela. Para quem prefere um lanche rápido antes de pegar a estrada, a Lanchonete Restaurante Cadeado 376 na BR‑376, km 298, é a escolha certeira. O ponto serve pão de queijo crocante, polenta grelhada e um buffet de comida caseira que inclui carne de panela e salada de maionese. Tudo dentro da faixa de R$ 1 a R$ 20. O horário de funcionamento é amplo: de segunda a sexta das 6h às 22h30, e aos sábados abre só até 10h, enquanto o domingo funciona à tarde, das 17h às 22h. Muitos clientes comentam que o atendimento é rápido, mas nos dias de feira a fila pode chegar a dez minutos. Não deixe de experimentar a pamonha quente, que aparece nas avaliações como destaque. À tarde, a vibe muda um pouco no Buteko do Gordo, bar na Av. Ponta Grossa, 385. O ambiente tem música ao vivo em algumas noites de sexta. O cardápio de bar traz petiscos como pastel de carne, coxinha de frango e porções de torresmo, tudo por menos de R$ 20. O estabelecimento funciona de segunda a sexta das 7h às 23h e aos sábados no mesmo horário, mas fecha aos domingos. A reputação de ser um ponto de encontro para os moradores faz com que, nos fins de semana, a fila para a mesa do bar seja mais longa, especialmente depois das 20h. Se quiser algo mais substancial, peça o sanduíche de pernil que acompanha batata rústica – preço acessível e sabor marcante. Para fechar a jornada gastronômica, o ELIM – Café e Restaurante fica no Alto da Serra, frente à balança da BR‑376, km 297. O endereço pode confundir quem vem de carro, mas a vista da serra compensa o esforço. O preço aqui é um pouco mais alto, entre R$ 20 e R$ 40, mas o prato de carne de sol com mandioca e a pamonha cremosa justificam o valor. O café serve também pudim de leite e um pastel de carne bem recheado. O horário é generoso: abre às 7h todos os dias e fecha às 23h, inclusive nas quintas‑feiras, que costumam ser mais movimentadas. Quem chega por volta das 12h costuma encontrar uma fila curta, enquanto o jantar pode exigir espera de quinze a vinte minutos, mas o ambiente tranquilo com mesas ao ar livre vale a pena. Se você tem apenas um dia para provar o melhor de Mauá da Serra, comece com o café da manhã no Videira, siga para o Cadeado 376 para um lanche antes de pegar a BR‑376, dê um pulo no Buteko do Gordo para um petisco no fim da tarde e encerre com o jantar no ELIM, aproveitando a vista da serra ao cair da noite. O trajeto segue a rodovia principal, com paradas fáceis de encontrar e estacionamento disponível na maioria dos locais. Assim, você sente o ritmo da cidade, prova a comida caseira e ainda tem tempo para observar o movimento dos caminhões que cruzam a região.

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Os melhores lugares para comer em Mauá da Serra — Maio 2026

Descubra onde encontrar o melhor da culinária local, do café da manhã ao jantar, em Mauá da Serra.

Mauá da Serra tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. A cidade fica na serra do Paraná, rodeada por estradas de terra que trazem produtores de frutas, queijos e carnes. Essa proximidade com a produção faz com que os pratos aqui tenham sabor de campo, mas com a conveniência de estar perto da rodovia BR‑376. No Restaurante Videira, a primeira parada, o cheiro de café fresco invade a entrada logo que você abre a porta na Rod. do Café. O cardápio tem opções como arroz carreteiro, pamonha com queijo, pudim de leite condensado e um pastel de carne que custa R$ 8,00. O almoço tem preço entre R$ 1 e R$ 20, o que deixa a conta leve para quem vem de carro depois de uma manhã de trilha. O ambiente tem mesas de madeira e um banheiro limpo. Se a ideia é um lanche rápido com clima de bar, o Buteko do Gordo na Av. Ponta Grossa, 385, entrega exatamente isso. A cerveja gelada acompanha o famoso sanduíche de pernil, que custa R$ 12,00, e o petisco de torresmo crocante por R$ 5,00. O local abre às 7h e fica aberto até 23h de segunda a sexta, então dá para passar por lá antes de seguir para o jantar. O preço também está na faixa de R$ 1–20, o que o coloca como a opção mais econômica entre os quatro. Para quem busca um almoço mais elaborado, o ELIM – Café e Restaurante, localizado no Alto da Serra, Enfrente a balança – BR‑376, Km 297, oferece pratos que vão de R$ 20 a R$ 40. O destaque é a pamonha de milho verde servida com molho de carne de sol, acompanhada de um pudim de doce de leite que vale cada centavo. O café tem ambiente amplo, aceita pets e ainda tem um carro elétrico estacionado na frente, algo que chama a atenção dos visitantes. O horário estendido, de 7h a 23h todos os dias, permite um brunch tardio ou um jantar tranquilo. Para fechar a noite, Sabor Oriental – Restaurante da Marta, na R. José Rodrigues da Silva, 305, traz a culinária japonesa para a serra. Embora não tenha faixa de preço divulgada, os pratos são servidos em porções generosas, como o temaki de salmão com cream cheese e o yakisoba de legumes frescos. O restaurante abre às 19h nas quintas e nos fins de semana, e o ambiente tem iluminação suave que combina bem com a música ao vivo nas noites de sábado. Um roteiro de um dia pode começar com um café da manhã simples no Videira, seguir para um lanche no Buteko do Gordo antes de pegar a BR‑376 rumo ao ELIM para um almoço reforçado. Depois de uma caminhada nas trilhas próximas, volte para a cidade e termine a noite no Sabor Oriental, onde um prato de temaki acompanha bem um copo de saquê. O trajeto usa a Av. Ponta Grossa como eixo principal, facilitando a locomoção entre os quatro pontos sem precisar de carro alugado.

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Descobrindo os sabores de Mauá da Serra — Maio 2026

Um passeio pelos quatro cantos gastronômicos da cidade, do café da manhã ao jantar, com dicas de pratos, preços e caminhos práticos.

Mauá da Serra tem um ritmo tranquilo, mas a comida aqui tem energia própria. As estradas que cortam a serra revelam a atmosfera típica da região. Cada esquina tem um ponto que vale a pena parar, seja para um lanche rápido ou para uma refeição completa. Para começar o dia, eu sempre passo no Restaurante Videira, que fica na Rod. do Café. O lugar abre às 6h30 e oferece um buffet de comida caseira com opções variadas. O prato mais pedido é a feijoada completa, servida por R$ 15,00 e acompanhada de torresmo crocante. O ambiente é agradável pela manhã, e o preço cabe no bolso de quem viaja leve. Na hora do lanche, o Buteko do Gordo, na Av. Ponta Grossa, 385, vira ponto de encontro. O bar abre às 7h e fecha às 23h de segunda a sexta, oferecendo pastel de carne, coxinha e porções de mandioca frita. Um pastel de queijo com calabresa está disponível, e a cerveja gelada combina bem com o ambiente. O local costuma ter fila nas sextas, mas a espera costuma ser de no máximo 15 minutos, o que vale a pena pelo sabor. Se a fome pede algo mais substancial, eu sigo para o ELIM - Café e Restaurante, localizado no Alto da Serra, km 297 da BR-376. O cardápio tem opções variadas, como o arroz carreteiro com carne seca e o pudim de leite condensado. O espaço tem banheiro limpo, facilitando os visitantes. O ambiente rústico cria um clima de descanso depois de uma trilha. Para fechar a noite, a Sabor Oriental – Restaurante da Marta, na Rua José Rodrigues da Silva, 305, abre às 19h e serve pratos japoneses que vão do sushi de salmão a um temaki de atum. O sushi de salmão tem qualidade destacada, e o ambiente permite atenção ao prato. A casa fecha nos dias úteis, então o melhor é planejar a visita para sábado ou sexta-feira santa, quando o horário é estendido até 23h. Um roteiro fácil para quem tem um dia inteiro: chegue cedo ao Restaurante Videira para o café da manhã, siga para o Buteko do Gordo para um lanche à tarde, depois vá ao ELIM para o almoço ou jantar, e termine a noite no Sabor Oriental para experimentar sushi. Todas as paradas ficam a menos de 10 km umas das outras, e a principal avenida da cidade facilita o deslocamento de carro ou de moto. Assim você experimenta o melhor da culinária local sem pressa, aproveitando cada sabor e cada canto da serra.

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