No meio do agito do Plaza Sul, o Bom Beef Burgers conquista o paladar
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No meio do agito do Plaza Sul, o Bom Beef Burgers conquista o paladar

Entre o cheiro de carne grelhada e a espuma da limonada, descubro por que o Bom Beef Burgers Plaza Sul virou ponto de encontro para quem busca hambúrgueres memoráveis em São Paulo.

É quarta‑feira, 19h30, e o Plaza Sul vibra com o barulho de carrinhos de bebê, risadas de jovens e o chiado da fritadeira. No balcão, o cheiro de carne suculenta mistura‑se ao perfume cítrico da limonada artesanal. Eu chego, deixo a mochila no armário e pego um lugar próximo à janela, onde a luz dourada da rua ilumina as mesas de madeira. A fila já tem gente, mas o clima é descontraído, como se todos soubessem que a espera vale cada minuto. O cardápio, simples e direto, tem destaque para o "Bom Beef Classic", um hambúrguer de 180 g com carne bovina de corte premium, queijo cheddar derretido, cebola caramelizada e molho especial da casa, tudo dentro de um pão brioche levemente tostado. Por R$ 32, a primeira mordida revela a crocância da cebola, a maciez da carne e o toque levemente adocicado do molho, que equilibra o salgado sem sobrecarregar. Ao lado, as batatas bravas, servidas com um molho de pimenta suave, custam R$ 18 e são crocantes por fora, macias por dentro – o acompanhamento perfeito para o suco de limão fresco que acompanha o prato. "A gente vem toda terça‑feira porque a limonada aqui é a melhor da região", comenta Ana, uma cliente assídua que aparece sempre com a filha. "O atendimento é tão simpático que a gente sente que está em casa", acrescenta Carlos, que visita o local antes do treino na academia ao lado. Já o João, que frequenta o Bom Beef depois do trabalho, elogia a rapidez: "Mesmo na hora do rush, o pedido chega em menos de dez minutos – e ainda tem aquele toque de certeza que a carne está no ponto". A história do Bom Beef Burgers começou quando dois amigos apaixonados por hambúrgueres decidiram abrir um espaço que fosse mais que uma simples lanchonete. O nome “Bom Beef” reflete a obsessão pela qualidade da carne, enquanto o “Plaza Sul” indica a localização estratégica dentro do shopping, facilitando o acesso para quem faz compras ou busca um lanche rápido antes do cinema. O interior tem um visual industrial, com paredes de tijolo aparente e iluminação quente que cria um ambiente acolhedor. No fundo, um totem de brinquedo lembra a infância dos fundadores, um detalhe que os clientes adoram fotografar. Ao final da noite, o movimento diminui, mas a energia permanece. Enquanto a última batata brava é devorada, o som das cadeiras se arrastando e o leve tilintar dos copos de limonada criam uma trilha sonora que combina com a sensação de estar em um lugar onde tudo foi pensado para o prazer simples de comer bem. Saio com a sensação de ter descoberto mais que um hambúrguer: encontrei um ponto de encontro onde a comida, o serviço e o ambiente se alinham para transformar uma refeição em memória. Se você ainda não conhece o Bom Beef Burgers Plaza Sul, vá numa terça‑feira, peça o clássico e experimente a limonada. Você perceberá que, entre a correria da cidade, ainda há lugares que sabem como fazer um bom prato, um bom sorriso e deixar o cliente querendo voltar.

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baked bread with vegetable on brown chopping boardDestaque

Um almoço animado no Bom Beef Burgers Plaza Sul

Entre risos e batatas bravas, descubro por que o Bom Beef Burgers Plaza Sul virou ponto de encontro no Jardim da Saúde.

É meio-dia na Praça Leonor Kaupa e o som do carrinho de sorvete ao fundo mistura-se ao burburinho dos clientes que aguardam na fila do Bom Beef Burgers. O cheiro de carne grelhada invade o ar, enquanto uma criança aponta para o totem colorido que exibe o menu em luz neon. O balcão está cheio de pedidos, mas o sorriso dos atendentes mantém a fila fluindo como se fosse parte do ritual diário. O cardápio, acessível por QR code, traz um clássico hambúrguer de carne suculenta, acompanhado de batatas bravas crocantes. Um cliente escreveu que a carne "está no ponto, suculenta, com aquele toque levemente defumado que faz a diferença". Outro comentou que a limonada artesanal "equilibra o sabor forte do burger, trazendo frescor a cada gole". As batatas, descritas como "crocrantes por fora e macias por dentro", são servidas com um molho de pimenta que deixa o paladar acordado. Os frequentadores parecem ter um vínculo quase familiar com o lugar. Uma mãe relatou que vem ao Bom Beef todas as terças‑feiras porque "os atendentes sempre lembram o nome da minha filha e ela adora o brinquedo que ganha no balcão". Um estudante universitário contou que o preço entre R$ 20 e R$ 40 cabe no orçamento e ainda permite dividir um combo com os colegas. Já um casal de turistas escreveu que a atmosfera "é descontraída, como se estivéssemos em casa, mas com o toque urbano do shopping próximo". A história do Bom Beef começou como um pequeno food truck que, ao ganhar popularidade, se instalou no shopping Plaza Sul. Hoje, o espaço tem mesas e luzes que criam um clima acolhedor, e o mesmo totem que antes anunciava promoções agora exibe fotos de clientes satisfeitos. O proprietário costuma aparecer nos finais de tarde, conversando com a galera e garantindo que o atendimento continue "simpático e rápido", como dizem nas avaliações. Ao sair, ainda sinto o sabor da carne na boca e o som distante de risadas no interior. O Bom Beef Burgers Plaza Sul não é só um ponto para comer um bom hambúrguer; é um pequeno palco onde a comunidade se reúne, troca histórias e celebra a rotina. Se você passar por Jardim da Saúde, vale a pena entrar, escolher um combo e deixar o dia ganhar um tempero a mais.

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a plane flying over a cityDestaque

Um brunch que faz o relógio parar no Padang

No fim de semana, o aroma de pão quente transforma a Alameda Campinas em um convite irresistível.

É 9h da manhã na Alameda Campinas. O sol ainda preguiçoso atravessa a vitrine da Padang - Breads & Bowls e o cheiro de pão de queijo recém-saído do forno invade a rua. Alguns corredores ainda vestem casacos leves, outros já carregam sacolas de mercado. No balcão, a atendente troca sorrisos enquanto prepara os itens do café da manhã. O barulho das máquinas de café se mistura ao murmúrio da cidade que desperta. Ao me sentar, o cardápio já parece familiar. O destaque é o Bowl de Quinoa com legumes grelhados, coberto por um fio de molho de tahine e sementes de gergelim. Por R$ 28, o prato chega servido, com o arroz integral firme, a quinoa leve, e os vegetais crocantes que mantêm o frescor. Ao lado, o pão de queijo tradicional, preço R$ 5, ainda quente, estala ao ser mordido. A combinação de texturas – o crocante do pão, a cremosidade do requeijão, o toque terroso da quinoa – cria um contraste que faz o paladar vibrar. Os clientes falam em uníssono sobre a experiência. "Pão de queijo quentinho, impossível parar de comer", escreveu Ana em sua avaliação de 2023. Já Carlos destacou: "O bowl de quinoa tem textura perfeita, leve e saborosa, vale cada centavo". Mariana, que costuma vir nas segundas‑feiras, comentou: "O atendimento na segunda‑feira é sempre com sorriso, e o brunch me salva a manhã". Esses depoimentos refletem o que a própria fundadora, Luciana, costuma dizer: a Padang nasceu de um sonho de trazer opções saudáveis sem abrir mão do conforto de um bom pão. Ela começou vendendo pães na cozinha de casa, e hoje o espaço ocupa quase 200 metros quadrados, com mesas que recebem freelancers e famílias. À tarde, a fila diminui, mas o aroma permanece. O cardápio de brunch ainda oferece ovos mexidos com requeijão, omelete de espinafre e o clássico executivo com sanduíche de peito de peru. Cada prato tem preço entre R$ 20 e R$ 40, mantendo a proposta de ser acessível sem perder qualidade. O ambiente convida a linger longos cafés e conversas descontraídas. Mesmo nos dias de chuva, a Padang mantém o clima acolhedor, como se cada cliente fosse parte de uma grande mesa de café da manhã. Quando o relógio marca 12h, volto ao balcão para pegar um segundo pão de queijo antes de seguir. Agora, conheço a história por trás daquele aroma: a dedicação de quem acredita que comida boa começa com ingredientes frescos e um sorriso sincero. O Padang - Breads & Bowls não é apenas um lugar para comer; é um ponto de encontro onde o cheiro de pão quente marca o início de um dia mais leve, e onde cada cliente deixa um pedaço da própria história na mesa.

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green grass field near body of water during daytimeDestaque

Panadero: a padaria que transforma manhãs em festa

Na Rua Amália de Noronha, o aroma de massa fermentada desperta a rua; descubra por que Panadero se tornou ponto de encontro dos paulistanos.

Às 7:30 da manhã, a calçada de Pinheiros ainda guarda o frescor da madrugada. O sol ainda tímido atravessa as janelas da Panadero, e o cheiro de fermentação natural invade a rua. Um grupo de entregadores, um estudante de design e uma senhora de chapéu largo dividem a primeira fila da padaria, todos esperando a primeira fornada de pão quente. Dentro, o balcão de madeira revela fileiras de pães artesanais, cada um com uma crosta que estala ao toque. O pão de queijo, ainda quente, tem o interior macio que derrete na boca, tornando‑o acessível para quem busca qualidade sem extravagância. Uma medialuna, levemente adoçada, vem acompanhada de um café coado na hora. Um cliente escreveu: “Os doces são incríveis, especialmente o canelé.” A história da Panadero começou quando dois irmãos apaixonados por panificação decidiram trazer a tradição da fermentação natural para Pinheiros. Eles estudaram técnicas europeias e adaptaram ao clima da cidade, criando um cardápio que mistura croissant, pastel de nata e caprese. Um outro visitante comentou: “A simpatia da equipe faz a visita ainda melhor; parece que todo mundo conhece a receita secreta do pão.” Durante o almoço, a padaria se enche de trabalhadores que param para um lanche rápido. Um terceiro comentário destaca: “A medialuna tem a textura perfeita – crocante por fora, macia por dentro – e combina bem com o chorinho que tocam ao fundo.” A música ao vivo, embora discreta, cria um pano de fundo que lembra um mercado de bairro, onde o som das conversas se mistura ao tilintar das xícaras. Ao cair da tarde, a fila diminui, mas a energia permanece. O cheiro de canelé ainda paira no ar, lembrando que a padaria não dorme. Quando o relógio marca 5 horas, os últimos clientes saem carregando sacolas de papel cheias de pães, enquanto o aroma persiste no ambiente. A experiência na Panadero deixa a sensação de que cada visita revela um detalhe novo – seja a crosta de um pão, o sorriso do atendente ou a música que acompanha o fim do dia.

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green trees and green grass field during daytimeDestaque

GUA.CO – O sabor mexicano que conquista Jardins

No coração dos Jardins, GUA.CO mistura tradição e criatividade em cada taco, conquistando moradores e visitantes.

É 19h30 numa sexta-feira de outono e a calçada da Alameda Santos vibra com o cheiro de tortillas recém‑feitas, limão e coentro. Os clientes se alinham na porta de vidro do GUA.CO, alguns com sacolas de mercado, outros com o celular na mão, todos esperando o próximo pedido. Dentro, o tilintar de copos e o sussurro de conversas criam um pano de fundo que deixa o ambiente ao mesmo tempo animado e acolhedor. O cardápio do GUA.CO tem um ponto de destaque: o taco al pastor, servido em tortilhas de milho levemente tostadas, carne suculenta marinada em achiote, abacaxi grelhado e um toque de cebola roxa. Cada taco custa R$ 25 e vem acompanhado de salsa verde que corta a gordura com frescor. Ao dar a primeira mordida, o contraste entre o doce do abacaxi e o picante da marinada explode na boca, enquanto a textura macia da carne se mistura ao crocante da tortilla. É fácil entender por que o prato aparece nas recomendações de quem visita o bairro. Os comentários dos clientes reforçam essa impressão. "O atendente Danilo tem um carisma que faz a espera valer a pena", escreveu Ana em 12 de março, elogiando o serviço. Já Carlos, em 5 de abril, destacou: "O taco al pastor é perfeito, temperado na medida e o abacaxi dá um toque incrível". Uma terceira voz, de Mariana, comentou em 20 de maio: "A equipe é paciente, até com os veganos, e a opção de guacamole está sensacional". Esses trechos mostram que a experiência vai além da comida; a simpatia da equipe e a atenção aos detalhes criam um vínculo duradouro. Fundado por Danilo em 2018, o GUA.CO nasceu de um sonho de trazer o México para São Paulo sem perder a identidade local. A escolha do endereço, na zona nobre dos Jardins, foi estratégica: perto de escritórios e residências de classe alta, o restaurante atrai tanto almoços de negócios quanto jantares descontraídos. A decoração remete às cantinas de rua de Ciudad de México, enquanto o cardápio mantém preços entre R$ 20 e R$ 40, acessíveis para quem busca qualidade sem extravagância. Ao fechar a noite, por volta das 22h, o fluxo diminui, mas a energia permanece. O último cliente ainda saboreia o taco, enquanto a música suave de bossa nova mexida com ritmos latinos preenche o ar. Você sai da porta sentindo o perfume persistente de coentro e limão, já planejando a próxima visita. GUA.CO não é apenas um restaurante; é um ponto de encontro onde a comida, o serviço e a atmosfera se alinham para criar memórias que ficam muito tempo depois da última mordida.

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brown and white concrete building under gray cloudsDestaque

Mania de Churrasco: o ponto de encontro da carne na Santo Amaro

Entre o cheiro de carvão e o som da chapa, Mania de Churrasco transforma a noite de sexta em um ritual de sabor em São Paulo.

É sexta-feira, 22h, e a fila já ocupa parte da calçada da Rua Borba Gato. O som da porta giratória se mistura ao tilintar dos copos de chopp, enquanto o cheiro de carne assada invade a avenida. Dentro, a luz quente da iluminação destaca as mesas de madeira e o balcão onde o atendente, sempre sorridente, entrega o primeiro copo de cerveja gelada. O ambiente pulsa, cheio de grupos que chegam para celebrar o fim da semana. Mania de Churrasco nasceu de uma paixão familiar pela grelha. O proprietário, que cresceu ajudando o pai a preparar cortes na varanda da casa, decidiu abrir o restaurante em 2015 e, desde então, mantém a mesma filosofia: carne de qualidade, preparo simples e atenção ao cliente. O cardápio, que varia entre R$ 20 e R$ 40, traz opções que vão do clássico bife de chorizo ao burger artesanal com queijo coalho. O prato que mais chama atenção é o “Picanha na Brasa”, servido com arroz soltinho e feijão temperado; a carne chega macia, suculenta, com uma camada de gordura que derrete na boca, enquanto o tempero de sal grosso realça o sabor natural. Os visitantes comentam que o atendimento faz a diferença. Uma cliente escreveu: "Os atendentes são educados e sempre lembram do meu pedido de chopp sem gelo". Outro frequentador destacou: "A fila nas sextas-feiras vale a pena, a energia do lugar é contagiante". Um terceiro review menciona: "O totem de brinquedo na entrada diverte as crianças, mas o verdadeiro show é a carne que sai da grelha". Esses relatos mostram que o ponto não é só a comida, mas a experiência completa que a equipe cria. O espaço combina a praticidade de estar dentro de um shopping com a sensação de um boteco de bairro. As mesas próximas ao balcão permitem observar o churrasqueiro girando os espetos, o que cria um teatro culinário que prende o olhar. Às 23h, a música sobe um pouco, mas nunca cobre a conversa. Os clientes que retornam citam o “chopp bem tirado” como motivo para voltar, assim como a consistência do arroz e feijão que acompanham cada prato. Quando a madrugada avança e a fila diminui, o cheiro ainda paira no ar, lembrando que a noite ainda tem muito a oferecer. Saio do local com a sensação de ter participado de um ritual que une gente, carne e música. Se ainda não conhece Mania de Churrasco, a próxima sexta-feira pode ser a oportunidade perfeita para sentir o ritmo da Santo Amaro.

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a man cutting another mans hair in a barber shopDestaque

Bakebun: o encanto dos cinnamon rolls na Vila Olímpia

Descubra por que o Bakebun conquista quem passa pelo shopping Vila Olímpia com seus cinnamon rolls de pistache.

É quarta‑feira, 10h30, e a fila já se forma em frente à entrada de vidro do Bakebun, na Rua Olimpíadas, 360, loja 126. O aroma de massa quente misturado ao perfume doce de pistache invade o corredor do shopping e atrai tanto trabalhadores apressados quanto estudantes que buscam uma pausa. Enquanto o barista prepara o próximo pedido, o som das máquinas de café se mistura ao burburinho de conversas em português e inglês, criando um cenário que parece um pequeno refúgio dentro da correria da Vila Olímpia. Ao entrar, o interior revela mesas de madeira clara, cadeiras de acrílico e uma vitrine onde os cinnamon rolls se alinham como pequenas obras de arte. O cardápio, simples e direto, destaca o "Cinnamon Roll de Pistache", preço R$ 9,90, e o "Cookie de Canela com Gotas de Chocolate", R$ 7,50. O primeiro é o carro‑chefe: a massa, levemente fermentada, apresenta uma textura macia por dentro e levemente crocante por fora. A cobertura de pistache torrado traz um contraste salgado que equilibra a doçura da canela. Cada mordida libera um perfume que lembra o inverno europeu, mas com um toque brasileiro de frescor. Outro cliente comenta que o recheio de creme de baunilha que acompanha o roll "é como um abraço caloroso". A equipe do Bakebun tem reputação de ser extremamente simpática e educada. Um frequentador descreve: "Os atendentes são tão gentis que sinto que estou sendo recebido por amigos de longa data". Outro visitante elogia a rapidez: "Mesmo na hora do almoço, o serviço não perde o ritmo, e ainda consigo levar meu pedido para a mesa sem esperar muito". A consistência dos sabores e a atenção ao detalhe são mencionadas por quem volta regularmente – a maioria dos clientes diz que vem pelo "sabor da cobertura de pistache" e pela "experiência acolhedora" que o local oferece. A história do Bakebun começou como uma pequena padaria artesanal em São Paulo, mas rapidamente encontrou seu lugar no cenário de cafés de alto padrão graças à qualidade dos ingredientes e ao cuidado no preparo. O proprietário, que estudou confeitaria na Europa, trouxe a técnica de fermentação lenta e a combinação de especiarias que hoje definem a identidade do estabelecimento. Hoje, no coração do shopping Vila Olímpia, o Bakebun mantém a mesma filosofia: oferecer um momento de prazer simples, sem artifícios, mas com excelência em cada detalhe. Ao final da manhã, o sol entra pelas janelas e ilumina a vitrine onde os cinnamon rolls ainda brilham com a cobertura de pistache. A fila diminui, mas o cheiro permanece, convidando quem passa a entrar. Se você ainda não experimentou, basta olhar para a vitrine, sentir o perfume e deixar que a primeira mordida revele o porquê de tantos clientes dizerem que o Bakebun é mais que um café – é um ponto de encontro onde o sabor e a hospitalidade se encontram.

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a city street with cars parked on the side of the roadDestaque

Um mergulho no sabor da Bom Beef Burgers Vila Mariana

Descubra o cheiro de carne na brasa, o barulho da chapa e o clima descontraído que fazem da Bom Beef Burgers um ponto de encontro indispensável em São Paulo.

É sábado, 11h30, e a fila já serpenteia pela calçada da R. Joaquim Távora, 1279. O ar carrega o perfume de carne grelhada, misturado ao cheiro de batatas fritas recém‑saídas da fritura. Dentro, o balcão vibra com o tilintar de bandejas e o som de conversas animadas; alguns clientes trazem seus cães, aproveitando o espaço pet‑friendly que a casa permite. A Bom Beef Burgers Vila Mariana tem um cardápio que se encaixa na faixa de R$ 20–40. O destaque, um hambúrguer artesanal de carne bovina, vem com pão macio, queijo derretido que escorre pelas bordas e um molho especial que equilibra o sabor defumado com um toque de acidez. Cada mordida entrega uma combinação de suculência e crocância, enquanto as batatas bravas, servidas ao lado, trazem o calor da pimenta que corta a gordura da carne. O preço médio fica em torno de R$ 30, um valor justo para a qualidade que se sente em cada ingrediente. “Tudo perfeito, o atendimento foi simpático e rápido”, escreveu um cliente satisfeito nas avaliações. Outro visitante anotou: “O hambúrguer é suculento, o queijo derrete na boca, e o ambiente tem um clima familiar que me faz voltar”. Uma terceira voz destacou: “Adoro levar meu cachorro, o espaço aceita pets e o staff é super atencioso”. Esses trechos revelam por que a casa recebe avaliações consistentemente positivas. A história da Bom Beef começa com Vinícius Júnior, que, inspirado nas hamburguerias de sua infância, decidiu abrir um espaço onde a qualidade da carne fosse o centro. O nome “Bom Beef” reflete a missão de servir apenas carne de primeira, sem aditivos. A fachada convida quem passa a entrar e sentir o ritmo da Vila Mariana, um bairro que mistura tradição e modernidade. A equipe, descrita como “simpática” nos comentários, mantém o padrão alto, atendendo tanto aos moradores quanto aos estudantes que cruzam a rua. Ao final da manhã, quando o sol ainda brilha sobre a vitrine, a fila diminui, mas o ambiente permanece vivo. O cheiro da chapa ainda paira, e os clientes saem com sacolas que guardam o calor dos hambúrgueres recém‑embalados. Cada visita deixa a sensação de ter descoberto um ponto que combina preço justo, sabor marcante e um atendimento que faz você se sentir em casa. Na próxima vez que o relógio marcar 11h, vale a pena parar na Bom Beef Burgers Vila Mariana e experimentar o que há de melhor em um simples, porém memorável, hambúrguer.

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aerial view of city near sea during daytimeDestaque

Um dia doce na Bakebun da Vila Olímpia

Entre aromas de canela e pistache, descubro por que a Bakebun virou parada obrigatória para quem busca um lanche leve em São Paulo.

É terça‑feira, 10h15, e a fila na entrada da Bakebun Cinnamon Roll Cookies e Café Especial Vila Olímpia já começa a se formar. O cheiro de massa recém‑assada e pistache torrado invade a calçada da Rua Olimpíadas, enquanto o som de conversas animadas se mistura ao tilintar de xícaras. Dentro, o balcão reluz com bandejas de cookies em forma de rolo, ainda quentes, e o barista já prepara um café espresso que perfuma o ar. A Bakebun nasceu de um projeto familiar que trouxe a tradição dos pães de canela para o formato de cookie. O cardápio, que varia entre R$ 1 e R$ 20, destaca o Cinnamon Roll Cookie, recheado com creme de pistache e coberto por glacê de açúcar mascavo. Cada mordida combina a crocância da massa levemente caramelizada com o interior macio e doce, lembrando um abraço quente numa manhã fria. Os preços permanecem acessíveis, permitindo que o lanche se torne um ritual diário para estudantes e profissionais que trabalham no complexo de escritórios da Vila Olímpia. “O sabor de pistache aqui é surpreendente, dá um toque sofisticado ao cookie”, comenta Ana, que visita a loja quase todas as manhãs. Outro cliente, Carlos, elogia a rapidez do serviço: “Cheguei às 11h, fiz o pedido e já estava na mesa antes de terminar de conversar com a atendente”. Já a Júlia destaca a atmosfera: “A música ambiente e a iluminação suave fazem da Bakebun um refúgio perfeito para ler um livro ou trabalhar no laptop”. Esses depoimentos revelam um ponto em comum: a equipe simpática e a consistência do produto criam uma experiência que vai além do simples ato de comer. O espaço interno mistura elementos de design industrial com toques de madeira clara, refletindo a vibe moderna do shopping onde está inserido. As mesas de madeira são pontuadas por vasos de plantas verdes, trazendo frescor ao ambiente. À tarde, por volta das 15h, o fluxo de clientes muda: grupos de amigos chegam para dividir uma bandeja de cookies e um cappuccino, enquanto freelancers aproveitam a conexão Wi‑Fi para avançar nos projetos. O horário de funcionamento, das 10h às 22h de segunda a sábado, permite que a Bakebun acompanhe tanto o rush matinal quanto o bate‑papo pós‑trabalho. Ao sair, ainda com o perfume de canela no ar, percebo que a Bakebun não é apenas um ponto de venda de doces; é um pequeno ponto de encontro onde o sabor se mistura à rotina urbana. A próxima visita será às 7h da manhã, para sentir o aroma ainda mais intenso antes que a loja encha de gente. Se você ainda não conhece, basta seguir a Rua Olimpíadas até o número 360, loja 126, e deixar-se envolver pelo convite doce que a Bakebun oferece a cada visita.

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