Marê Café: um brunch que faz o Jardim Botânico despertar
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Marê Café: um brunch que faz o Jardim Botânico despertar

Entre o aroma de café recém-moído e o burburinho da manhã, o Marê Café transforma o Jardim Botânico em ponto de encontro para quem busca sabor e conversa.

É 7h45 numa terça‑feira. A rua Av. Wladimir Meirelles Ferreira ainda tem o silêncio de poucos carros, mas a porta do Marê Café já vibra com o som da máquina de espresso. Dentro, o cheiro de pão na chapa se mistura ao perfume doce dos bolos de leite. Um grupo de estudantes ocupa a mesa perto da janela, laptops abertos, enquanto uma senhora de meia‑idade troca risadas com a barista que, com um sorriso, serve um copo de suco de laranja fresco. O ambiente tem uma acústica que deixa a conversa clara, sem ecos, e o piso de madeira rangendo suavemente acompanha o ritmo do dia que começa. O Marê Café nasceu em 2018, fruto da paixão de dois irmãos que queriam criar um espaço onde o brunch fosse mais que uma refeição – fosse um ritual. No cardápio, o destaque vai para o "torrada de queijo coalho com mel de engenho", servida sobre pão artesanal crocante. O queijo derrete na boca, o mel traz um toque floral, e a combinação cria um contraste que faz o paladar cantar. O preço cai dentro da faixa de R$ 20–40, o que o torna acessível para quem vem trabalhar ou estudar nas redondezas. Outro prato querido é o clássico pão de queijo, que os clientes descrevem como "macio por dentro, levemente crocante por fora", perfeito para acompanhar um cappuccino cremoso. Os comentários dos frequentadores revelam a personalidade do lugar. Uma cliente escreveu que o Marê "é o meu refúgio de terça‑feira, o cheiro de café me dá energia para a semana". Outro visitante elogiou a "variedade de opções no brunch, tem algo para todos, inclusive veganos". Um terceiro review destacou o atendimento: "A equipe sempre lembra do meu nome e da minha escolha de leite, isso faz a experiência ainda mais pessoal". Essas vozes mostram que o café não é só sobre comida; é sobre comunidade, sobre aquele momento em que o relógio desacelera e a gente sente que pertence ao espaço. Ao longo do dia, a clientela muda. Até as 12h, o local recebe estudantes e freelancers, que aproveitam a conexão Wi‑Fi rápida e as tomadas espalhadas. Por volta das 13h, famílias chegam para o almoço, pedindo o prato do dia, que costuma incluir uma salada fresca de folhas verdes, tomate cereja e um molho de mostarda doce. O ambiente se enche de risos infantis e o som da música ao vivo de um violão acústico que toca nas tardes de quinta. Quando o relógio marca 17h, o fluxo diminui, mas a energia permanece; o barista prepara um espresso duplo que deixa o aroma ainda mais intenso, sinalizando o fim da jornada de quem trabalha nas proximidades. Ao sair, às 18h, ainda dá tempo de observar o sol se pondo atrás das árvores do Jardim Botânico, enquanto o Marê Café continua iluminado, convidando quem passa a entrar. A experiência completa – o cheiro de café, o sabor do pão de queijo, a conversa amigável e a sensação de pertencer – deixa uma impressão que vai além da refeição. Na próxima visita, talvez seja o aroma do bolo de leite que te atraia, ou o sorriso da barista que te receba. Seja como for, o Marê Café já tem seu lugar garantido na rotina de quem vive o ritmo de Ribeirão Preto.

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Marê Café

star4.6

Ponto gastronômico descolado e intimista tem café da manhã seleto e lanches artesanais com café coado na mesa.

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a white plate topped with a sandwich next to a cup of coffeePor Cozinha

Cafés de Ribeirão Preto: do tradicional ao contemporâneo — Maio 2026

Um panorama dos cafés que marcam a cena de Ribeirão Preto, do pão de queijo barato à experiência vegana sofisticada.

Ribeirão Preto conta com 1.101 estabelecimentos de alimentação, e a média de avaliação gira em torno de 4,57. Dentro desse universo, 428 negócios se enquadram na categoria orçamento e apenas 11 são classificados como intermediário. Os cafés se concentram principalmente nos bairros Ribeirânia, Alto da Boa Vista e Jardim São Luiz, formando pequenos polos onde a rua ganha aroma de grãos torrados pela manhã. Os preços variam de R$ 1 a R$ 40, o que permite encontrar opções para quem busca um lanche rápido ou um momento mais elaborado. A Padaria Villa Sucreê, localizada na Av. Presidente Vargas, 584, no Alto da Boa Vista, atrai clientes desde as 6h30 até as 20h nos dias úteis. Com 1.195 avaliações e nota 4,7, a casa oferece um cardápio que vai de R$ 1 a R$ 20. Entre os destaques estão a coxinha crocante e o pão de queijo quentinho, citados com frequência nas avaliações. O ambiente simples, com balcão de mármore e vitrines repletas de pães, reflete a proposta de um ponto de encontro matinal onde o preço baixo não sacrifica a qualidade. Do outro lado da cidade, no Jardim São Luiz, o Grassy Caffè ocupa a Rua Clemente Ferreira, 945. O estabelecimento funciona das 9h às 18h durante a semana e mantém a mesma faixa de preço de R$ 20 a R$ 40, porém com nota 4,7 e 1.192 avaliações. O diferencial está nos cafés especiais preparados em métodos filtrados, acompanhados por doces artesanais e opções de pão de queijo. As paredes de tijolo à vista e a iluminação suave criam um clima que combina bem com as aulas de degustação de café que ocorrem periodicamente. Já o Despertar Café, situado na Rua Pedro Pegoraro, 285, no bairro Ribeirânia, oferece um cenário mais voltado ao público que busca alternativas veganas e momentos de pausa mais longos. Aberto de segunda a sexta das 9h às 18h e aos sábados até as 15h, o local tem 630 avaliações e a melhor nota da amostra: 4,8. O preço varia entre R$ 20 e R$ 40, e o cardápio inclui opções como sanduíche de tofu, bolos sem ovos e um ambiente decorado com plantas e espaço para yoga. A combinação de ambiente tranquilo e menu inclusivo eleva a percepção de valor, mesmo com preço semelhante ao Grassy Caffè. Comparando os três, o Villa Sucreê entrega a melhor relação preço‑qualidade: com pratos a partir de R$ 1 ele mantém nota 4,7, enquanto o Despertar Café, que cobra até R$ 40, atinge 4,8. O Grassy Caffè fica no meio‑termômetro, oferecendo cafés premium por R$ 20‑40 com avaliação idêntica ao Villa Sucreê. O mercado ainda carece de um ponto que una o ambiente de coworking de alto padrão a preços de orçamento, o que poderia atender estudantes e freelancers que desejam mais do que um simples lanche. Até lá, quem busca variedade encontra opções claras nos três bairros estudados.

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Despertar Café

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Cafeteria descontraída com variedade de grãos e métodos de extração, crepes doces e salgados, tigelas de açaí.

Grassy Caffè - Cafeteria

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Especializada em cafés gourmets, a casa também oferece tortas e lanches, em ambiente rústico-contemporâneo.

a tree with red berriesTop 5

Os 5 cafés imperdíveis de Ribeirão Preto — Maio 2026

Descubra por que o Cafés Pagliaroni lidera a lista dos melhores cafés da cidade.

1. Cafés Pagliaroni – Centro Localizado na Rua Álvares Cabral, 322, o Pagliaroni domina a cena cafeeira com seu aroma de grãos torrados que invade a calçada logo ao entrar. O café espresso, vendido por R$ 8 dentro da faixa R$ 1–20, tem corpo encorpado e espuma cremosa que deixa os frequentadores pedindo mais. O pão na chapa, crocante por fora e macio por dentro, acompanha bem o café e custa R$ 5. O ambiente do Centro, com atendimento ágil, faz do Pagliaroni o ponto de encontro matinal de estudantes e profissionais. O único ponto fraco é a fila nos fins de semana, que pode ser longa, mas a qualidade compensa a espera. 2. Grassy Caffè – Jardim São Luiz Na Rua Clemente Ferreira, 945, o Grassy Caffè oferece um espaço iluminado onde cafés especiais são preparados por baristas experientes. O cappuccino, R$ 12 (faixa R$ 20–40), destaca-se pela espuma aveludada e por uma pitada de canela que lembra a infância. O pão de queijo, vendido por R$ 7, acompanha bem o drink. O ambiente é mais tranquilo que o Pagliaroni, ideal para quem busca trabalhar no laptop. Uma crítica recorrente é o horário de almoço limitado aos domingos, quando o local fecha às 12h. 3. Marê Café – Jardim Botânico Situado na Av. Wladimir Meirelles Ferreira, 916, o Marê Café traz um clima de brunch descontraído. O destaque vai para o prato de ovos beneditinos, R$ 22, servido com molho holandês leve e espinafre fresco – um preço dentro da faixa R$ 20–40. O pão de queijo artesanal, R$ 6, complementa a refeição. O espaço aceita pets e tem acústica agradável, embora a cozinha feche às segundas, limitando opções para quem quer um café pós‑trabalho. 4. Çikolata Confeitaria – Jardim Sumare A Rua João Penteado, 602, abriga a Çikolata, famosa pelos doces artesanais. O brigadeiro de pistache, vendido por R$ 9, combina crocância e cremosidade, enquanto o café coado, R$ 10, equilibra o doce. O ambiente é aconchegante, com iluminação suave. A desvantagem é o horário restrito: só funciona de terça a sábado, das 11:30 às 19:30, o que impede quem quer um café logo cedo. 5. Divino Café & Co – Ribeirânia No coração da Ribeirânia, na Rua Pedro Pegoraro, 211, o Divino Café & Co conquista pela simplicidade. O café latte, R$ 7, vem acompanhado de um pão de queijo recheado com requeijão, R$ 5. O preço está na faixa R$ 1–20, tornando‑o acessível para quem busca qualidade sem gastar muito. O espaço agrada aos amantes de nostalgia, mas fecha aos domingos, limitando opções de fim de semana. Se você só puder experimentar um café em Ribeirão Preto, vá ao Cafés Pagliaroni – a combinação de café forte, ambiente central e tradição local faz dele o número um indiscutível.

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