Um almoço vegetariano que celebra o sabor no coração de Campo Grande
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Um almoço vegetariano que celebra o sabor no coração de Campo Grande

No Restaurante Viva a Vida, o aroma de temperos frescos e o burburinho da clientela criam a atmosfera perfeita para quem busca comida saudável e saborosa.

É sábado de manhã, o sol ainda tímido atravessa a janela da Rua Barão de Melgaço enquanto eu me acomodo numa mesa de madeira clara no Viva a Vida. O cheiro de folhas verdes recém‑lavadas e de suco de laranja espremido na hora invade o ar, misturando‑se ao murmúrio descontraído dos clientes que conversam sobre a semana que se inicia. No balcão, o chef ajeita as tigelas de salada, enquanto o som dos talheres contra os pratos marca o ritmo do almoço. O Viva a Vida tem um conceito de buffet vegetariano que atrai tanto os adeptos do veganismo quanto quem simplesmente quer fugir do peso da carne. Por R$ 30,00 o cliente tem acesso a uma variedade de saladas, legumes grelhados e opções ovolacto‑vegetarianas. Entre os pratos, a “Salada de Quinoa com Abacate” se destaca: grãos levemente tostados, cubos de abacate cremoso, tomate cereja doce e um molho de limão que equilibra acidez e frescor. Cada garfada traz uma textura crocante dos vegetais e a suavidade da quinoa, tudo finalizado com um toque de azeite de oliva que realça o sabor natural dos ingredientes. Os frequentadores comentam que o ambiente é acolhedor e que o serviço é rápido, mas o que realmente prende a atenção são os detalhes do cardápio. Uma cliente escreveu: "O suco de acerola aqui é o melhor que já experimentei, refrescante e cheio de energia". Outro visitante elogiou: "Adoro a variedade de opções veganas, especialmente o tofu marinado que derrete na boca". Já um grupo de amigos destacou: "O preço é justo para a qualidade e a quantidade de comida, voltamos sempre no fim de semana". Essas observações reforçam a reputação do restaurante como um ponto de encontro para quem valoriza alimentação saudável sem abrir mão do prazer de comer. O espaço tem uma decoração simples que contribui para um ambiente agradável. Às 13h, a movimentação aumenta; famílias chegam para o almoço, jovens profissionais aproveitam a pausa para recarregar as energias. O cardápio do dia, disponível no site, costuma incluir pratos como a “Lasanha de berinjela com ricota” – uma versão leve da clássica lasanha, custando R$ 38,00, que traz camadas de berinjela macia, molho de tomate caseiro e queijo derretido. Essa combinação de sabores conforta e surpreende ao mesmo tempo. Ao sair, percebo como o Viva a Vida se tornou mais que um restaurante: é um ponto de referência para quem busca refeições equilibradas em Campo Grande. A experiência vai além da comida; o atendimento atencioso e o ambiente acolhedor mostram que saúde e prazer caminham lado a lado. Se ainda não conhece, vale a pena marcar uma visita – talvez às 12h, quando o buffet já está completo, pronto para transformar um simples almoço em um momento de celebração.

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Restaurante Viva a Vida

star4.7

A gastronomia do cotidiano em buffet de pratos vegetarianos com opções que utilizam derivados do leite e ovos.

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croissant breads near basket full of pastry on tablePor Cozinha

Comida em Campo Grande: análise por categoria — Maio 2026

Descubra como os restaurantes de Campo Grande se distribuem entre preço e avaliação, do açaí barato ao buffet de pizza com preço médio.

Campo Grande conta com 1.179 estabelecimentos de alimentação, com avaliação média de 4,58 estrelas. A maior concentração está nos bairros Guanandi e Jardim dos Estados, onde a maioria dos clientes busca opções rápidas e de preço acessível. Dos estabelecimentos, 455 se enquadram na faixa de preço até R$ 20, enquanto apenas 13 chegam à categoria de preço médio a alto. Essa divisão cria um cenário onde o consumidor pode alternar entre lanches baratos e refeições mais elaboradas sem precisar sair da cidade. No segmento de orçamento, a Estação Do Açaí (número 1) se destaca. Localizada na Rua Barra Mansa, 281, no bairro Guanandi, oferece opções entre R$ 1 e R$ 20. Apesar do preço baixo, mantém rating de 4,8 com 655 avaliações, indicando que a combinação de qualidade e custo atrai um público fiel. Os clientes elogiam a variedade de toppings, o chantilly cremoso e a rapidez no atendimento. O horário de funcionamento das 15h às 22h todos os dias, exceto domingo, permite que o local seja ponto de encontro tanto para o lanche da tarde quanto para o jantar leve. Um passo acima está o Restaurante TAO (número 2), situado na Rua Antônio Maria Coelho, 2792, no Jardim dos Estados. Seu preço varia de R$ 20 a R$ 40, mas a avaliação também é 4,8, baseada em avaliações de clientes. O foco aqui é o buffet vegano, com saladas frescas, opções de proteína à base de plantas e um ambiente que favorece quem busca alimentação saudável. O cardápio inclui pratos como o bowl de quinoa com legumes grelhados, que custa R$ 32. Mesmo com preço duas vezes maior que o da Estação Do Açaí, a percepção de valor permanece alta, sobretudo por quem prioriza opções vegetarianas. Do outro lado da mesma faixa de preço, o Restaurante e Pizzaria Mais Sabor (número 3) atrai quem procura um rodízio mais tradicional. Localizado na Avenida Ceará, 35, em Vila Antonio Vendas, oferece pratos entre R$ 20 e R$ 40 e registra rating de 4,5 com 964 avaliações. O destaque são as sextas-feiras de churrasco self‑service, onde o cliente pode montar o prato com carnes, acompanhamentos e sobremesas por R$ 35. Embora a nota seja ligeiramente menor que a do TAO, a variedade de opções e o ambiente familiar compensam o preço. O horário de funcionamento inclui almoço das 10h30 às 14h e jantar das 18h às 22h30 nos dias úteis. A análise revela que o melhor custo‑benefício está na Estação Do Açaí, que entrega 4,8 estrelas por menos de R$ 20. Para quem aceita pagar mais por variedade ou foco vegano, o TAO oferece experiência comparável por R$ 20‑40. O Mais Sabor preenche a lacuna de quem busca um buffet completo com carnes e pizza sem ultrapassar R$ 40. Ainda falta no mercado local uma opção de preço médio que una qualidade de serviço e pratos autorais a um preço entre R$ 40 e R$ 80, o que pode abrir espaço para novos conceitos gastronômicos.

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people sitting on chairs near body of water during daytimeTop 5

Os 5 melhores restaurantes de Campo Grande — Maio 2026

Descubra os cinco restaurantes que dominam a mesa de Campo Grande, do clássico almoço caseiro ao buffet vegano de alta qualidade.

Campo Grande tem uma cena gastronômica que surpreende quem busca sabor e tradição. No topo da lista está o Restaurante Almoço e Tal, referência de comida caseira no centro da cidade. 1. Restaurante Almoço e Tal – R. Barão do Rio Branco, 1389, Centro. O prato assinatura é a parmegiana de carne, servida por R$ 18. O ambiente climatizado e o atendimento simpático criam uma experiência confortável, embora o horário limitado a terças‑feiras das 10:30 às 15:00 reduza a conveniência. A variedade de opções self‑service garante que cada visita traga algo novo ao prato. 2. Estação Do Açaí – R. Barra Mansa, 281, Guanandi. O açaí na tigela, com frutas frescas e granola, custa R$ 12 e se destaca pela textura cremosa. O local funciona de segunda a sábado, das 15:00 às 22:00, perfeito para um lanche ao final do dia. Já o Seu Gastão | Restaurante Self Service – Av. Hiroshima, 316, Vila Nascente – oferece um buffet com costela ao ponto por R$ 35, acompanhado de saladas variadas. O preço médio reflete a qualidade da carne assada, embora a fila nos dias de maior movimento possa testar a paciência. 3. Mini Kalzone | Shopping Norte Sul Plaza – Av. Presidente Ernesto Geisel, 2300, Jardim Joquei Club. O calzone de camarão, vendido a R$ 19, combina massa crocante e recheio suculento, acompanhado de suco de morango natural. O ambiente limpo e o atendimento gentil tornam a visita agradável, mas o cardápio limitado a calzones pode deixar quem procura variedade um pouco frustrado. Por outro lado, o Restaurante TAO – R. Antônio Maria Coelho, 2792, Jardim dos Estados – apresenta um buffet vegano completo por R$ 38, com saladas frescas, pratos quentes e opções de proteína vegetal. O preço mais alto se justifica pela amplitude do buffet, embora o horário restrito a segundas‑feiras das 11:00 às 14:00 limite as oportunidades de visita. Se precisar escolher apenas um lugar para provar, vá direto ao Restaurante Almoço e Tal; a parmegiana ali serve como um ponto de referência para todo o resto da cidade.

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a group of people standing on top of a roofNovas Aberturas

Novas opções gastronômicas em Campo Grande — Maio 2026

Dois novos endereços prometem agitar a cena culinária de Campo Grande, cada um com sua proposta distinta.

A cidade tem sentido um movimento de renovação nos seus pontos de comida. Enquanto alguns lugares mantêm a tradição, outros chegam trazendo ideias diferentes, seja na rapidez de um lanche ou na experiência de um bistrô mais elaborado. Essa mistura de estilos faz o paladar da gente ficar curioso, querendo provar o que acabou de abrir. O Thomaz Lanches ocupa a Rua Sete de Setembro, 744, bem no coração do Centro. Apesar de já ter acumulado milhares de avaliações, a sensação de novidade vem da forma como o cardápio combina lanches rápidos com toques da culinária árabe. Os clientes comentam sobre a esfiha de carne, o kibe crocante e o doce de mil folhas que aparece como sobremesa inesperada. O preço varia entre R$ 1 e R$ 20, o que deixa o lugar acessível para quem busca um lanche saboroso sem pesar no bolso. O horário de funcionamento é amplo de segunda a sexta, das 06:00 às 19:00, e ainda abre aos sábados até 13:30, facilitando um café da manhã tardio ou um lanche antes do almoço. Do outro lado da cidade, no Jardim dos Estados, surge o Casablanca Adega & Bistrô, na Rua Euclides da Cunha, 89. O espaço traz uma proposta mais sofisticada, com um cardápio que mistura pratos executivos, feijoada e até opções de sushi. O preço está na faixa de R$ 60 a R$ 80, indicando que o público alvo é quem busca uma refeição completa em um ambiente mais refinado. As avaliações apontam para um ambiente agradável, ideal para encontros de aniversário ou reuniões de negócios. O bistrô funciona de segunda a sexta, dividindo o dia em duas faixas: almoço das 11:30 às 14:30 e jantar das 18:30 às 23:00, e aos sábados estende o jantar até a meia‑noite. O que diferencia esses dois lugares é a intenção de cada um. Enquanto Thomaz Lanches aposta na rapidez e na variedade de petiscos, Casablanca aposta na experiência completa, com um serviço que acompanha a refeição de início ao fim. Ainda que ambos já tenham recebido avaliações, a percepção de novidade vem da forma como cada um está se posicionando no mercado local, atraindo um público que ainda está descobrindo o que eles têm a oferecer. Para quem ainda não conhece, vale a pena dar uma passada em cada um. No Thomaz, experimente a esfiha de carne acompanhada de um copo de suco gelado; no Casablanca, a feijoada de domingo ou o prato executivo são boas portas de entrada para entender a proposta do bistrô. Se eu tivesse que escolher um que tem mais potencial de crescer, seria o Casablanca Adega & Bistrô. A combinação de ambiente, variedade de pratos e preço que ainda cabe no orçamento de quem busca algo especial pode transformar o local em ponto de referência para jantares e celebrações na cidade.

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brown wooden benchNoturnos

Depois da meia-noite em Campo Grande: onde comer até altas horas — Maio 2026

Descubra os cantos que ainda servem algo gostoso quando a cidade já silencia, do lanche rápido ao bistrô sofisticado.

Quando o relógio avança para dez horas, Campo Grande muda de ritmo. As luzes da Avenida Mato Grosso ficam mais amarelas, o som dos carros diminui e a Rua Amazonas ainda pulsa com o burburinho dos bares que não querem fechar. As calçadas ficam menos cheias, mas alguns estabelecimentos permanecem abertos, oferecendo um refúgio para quem ainda tem fome. No centro, a Thomaz Lanches ainda tenta segurar a onda até as 19:00 nos dias de semana. O aroma de esfiha recém-assada e o cheiro doce da mil-folhas invadem a rua Sete de Setembro, atraindo quem chega um pouco antes do escurecer. O balcão está sempre lotado de estudantes e trabalhadores que aproveitam o último lanche do dia. Um cliente costuma dizer que o kibe da casa é “crocante por fora, macio por dentro”. Mesmo que a porta se feche antes da madrugada, a Thomaz é a escolha certa para quem quer garantir energia antes de seguir para os pontos que ficam mais tarde. Um pouco mais ao norte, no bairro Monte Castelo, o Bourbon Café mantém sua porta até 18:30 de segunda a sexta e 18:00 aos sábados. A cafeteria tem um clima de biblioteca, com mesas de madeira e luzes suaves. O cardápio de cafés especiais, waffles com banana bread e sanduíches artesanais faz dele um ponto de parada para quem sai dos bares da região. Uma revisora comentou que o cappuccino tem “crema aveludada que combina perfeitamente com o croissant de queijo”. Embora não fique aberto até a madrugada, o Bourbon serve como um ponto de transição: você pode tomar um café forte antes de seguir para um lugar que ainda está aberto. A verdadeira estrela da noite é a Casablanca Adega & Bistrô, localizada na Rua Euclides da Cunha, no Jardim dos Estados. De segunda a sexta, o bistrô abre seu salão às 18:30 e só fecha às 23:00; aos sábados, a festa se estende até a meia‑noite. O ambiente combina mesas de madeira escura, iluminação baixa e um bar bem abastecido. O prato principal recomendado é a feijoada de frutos do mar, que chega em uma travessa generosa, acompanhada de arroz branco soltinho e farofa crocante. Um cliente escreveu que “a combinação de peixe fresco com o tempero da feijoada é simplesmente inesperada, mas deliciosa”. O local atrai um público que acabou de sair dos clubes da Avenida Mato Grosso, procurando algo mais sofisticado para fechar a noite. Se a madrugada já chegou e você ainda sente o estômago roncar, a Casablanca continua a ser a última esperança antes das 0h. Enquanto o relógio marca 23:30, a música ao vivo baixa o volume e o salão fica mais intimista, perfeito para quem quer conversar em voz baixa. Depois das 00:00 a maioria dos bares fecha, mas a sensação de ter encontrado um lugar que ainda serve comida de verdade faz a madrugada valer a pena. Em resumo, quando a cidade parece dormir, ainda há três opções que mantêm a mesa posta: um lanche rápido na Thomaz antes das 19h, um café forte no Bourbon Café até o fim da tarde e, para quem quer esticar a noite, a experiência completa da Casablanca Adega & Bistrô até a meia‑noite.

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Old train on display with campo grande signTendências

O que está bombando na comida de Campo Grande agora — Maio 2026

Descubra as três correntes que estão dominando o paladar dos campos-grandenses: lanches artesanais, hambúrguer gourmet e bistrôs de fusão.

A cena gastronômica de Campo Grande tem um ponto em comum: a busca por experiências que misturam tradição e criatividade. Dos 155 estabelecimentos que aparecem nas buscas recentes, três se destacam com avaliações acima de 4,7 e mais de mil comentários cada, indicando que os consumidores estão concentrando suas visitas nesses lugares. Essa concentração de elogios revela que a cidade está vivenciando um momento de convergência entre o conforto do lanche de rua e a sofisticação de pratos de bistrô. No segmento de lanches, Thomâ­z Lanches lidera a conversa. Com nota 4,8 baseada em 5.667 avaliações, o ponto atrai quem chega cedo, já que abre às 6h da manhã. O cardápio, que varia de esfiha a kibe e a mil‑folhas, mantém os preços entre R$ 1 e R$ 20, tornando‑o acessível para o dia a dia. Comentários frequentes elogiam a crocância da massa e a generosidade das porções, especialmente o kibe bem temperado que lembra a culinária árabe. O ambiente simples da rua Sete de Setembro permite que o foco permaneça na comida, e a frequência de clientes nas terças‑feiras mostra que a tradição do lanche continua forte. Do outro lado do espectro, Safari Burger & Grill traz o conceito de hambúrguer gourmet ao centro da cidade. A avaliação de 4,7 vem de 3.046 avaliações, e o preço médio de R$ 20 a R$ 40 reflete a proposta de ingredientes mais elaborados. O horário estendido, das 17h às 23h30 todos os dias, cria um ponto de encontro para quem busca um jantar descontraído acompanhado de chopp gelado. Os clientes citam a costela suculenta, o raclette derretido sobre o pão e até mesmo os churros como acompanhamentos inesperados que elevam a experiência. Essa combinação de bar e hamburgueria tem atraído um público que valoriza tanto o sabor quanto o ambiente animado. Já o Casablanca Adega & Bistrô representa a tendência de espaços que mesclam cozinha regional com influências internacionais. Com 4,7 de avaliação em 700 comentários, o bistrô posiciona seus preços entre R$ 60 e R$ 80, indicando um público disposto a pagar mais por pratos elaborados. O horário duplo – almoço das 11h30 às 14h30 e jantar das 18h30 às 23h – permite que o local sirva desde feijoada reforçada até sushi delicado, conforme apontam as palavras‑chave nas avaliações. Os frequentadores destacam o ambiente elegante e o atendimento simpático, além de mencionar que o local costuma ser escolhido para celebrações de aniversário, reforçando seu papel como ponto de encontro para ocasiões especiais. O que vem a seguir? Os dados apontam para um aumento de estabelecimentos que combinam o melhor dos três mundos: preço acessível, qualidade de ingredientes e ambiente que convida a ficar. A expectativa é que novos conceitos de brunch, que misturam opções de lanche com pratos de bistrô, ganhem espaço nas áreas centrais, especialmente nos bairros que já abrigam esses três líderes de tendência. Enquanto isso, os campos‑grandenses continuam testando sabores, e cada visita a um desses três pontos deixa claro que a cidade está se tornando um laboratório saboroso para quem gosta de comer bem.

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A group of people walking down a street next to a beachComer Bem

Comida barata em Campo Grande: onde comer sem gastar muito — Maio 2026

Descubra onde encontrar pratos saborosos por menos de R$ 20 em Campo Grande, com opções que alimentam o bolso e o paladar.

Em Campo Grande, "comer barato" costuma significar um prato completo entre R$ 5 e R$ 20. Na prática, um lanche de rua ou um almoço rápido pode sair por menos de R$ 15, o que cobre bem um dia de trabalho ou uma pausa de viagem. Essa faixa de preço está bem representada nos bairros centrais, onde a maioria dos estabelecimentos abre cedo e serve porções generosas. Na R. Sete de Setembro, 744, no coração do Centro, fica o Thomaz Lanches. A lanchonete funciona das 6h às 19h nos dias úteis e serve um cardápio que varia de R$ 1 a R$ 20. Os clientes costumam elogiar o kibe frito, que sai por cerca de R$ 5, e a esfiha de carne, que costuma ficar em torno de R$ 7. As porções são grandes o suficiente para saciar uma fome de meio dia, e o ambiente simples deixa o foco na comida. Muitos moradores comentam que o preço do combo lanche + refrigerante, por volta de R$ 12, rende duas refeições leves. Para quem prefere um hambúrguer mais robusto, o Safari Burger & Grill, na R. José Antônio, 1870, Vila Ilgenfritz, abre das 17h às 23h30 todos os dias. O preço dos pratos varia de R$ 20 a R$ 40, mas o cardápio inclui opções como o hambúrguer de costela, que costuma custar R$ 28, acompanhado de batata frita generosa. O ambiente tem decoração e a carta de chopp complementa bem a refeição. Quem chega depois do expediente acha que o custo‑benefício é alto, já que a porção de carne é bem maior que a de um fast‑food padrão, e o preço ainda fica abaixo de R$ 30. No Jardim dos Estados, a R. Euclides da Cunha, 89, o Casablanca Adega & Bistrô oferece um menu de R$ 60 a R$ 80, mas ainda traz boa relação custo‑porção para quem busca um almoço mais completo sem extravagância. A feijoada da casa, servida por R$ 68, vem com arroz, farofa e couve à vontade, o que equivale a duas porções de restaurante tradicional. Os pratos são acompanhados de vinho da casa, mas quem opta só pela comida ainda paga menos de R$ 70, o que ainda pode ser considerado um bom negócio para quem quer uma experiência de bistrô sem estourar o orçamento. Se eu tivesse que apontar o melhor custo‑benefício da cidade, seria o lanche de kibe do Thomaz Lanches. Por cerca de R$ 5, você recebe um kibe crocante, suco natural e ainda tem espaço para um doce de mil folhas que custa R$ 3. A combinação de preço, tamanho e sabor faz desse ponto o prato mais econômico e saboroso para quem quer comer bem sem pesar no bolso.

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people gathering on brown shedNoturnos

Depois da meia-noite em Campo Grande: onde comer quando a cidade ainda desperta — Maio 2026

Descubra três cantos que ainda servem até tarde na capital sul-mato-grossense, do lanche rápido ao bistrô sofisticado.

Quando o relógio marca dez da noite em Campo Grande, a avenida Mato Grosso ainda pulsa. Os postes lançam luz amarelada sobre o calçadão da Rua Sete de Setembro, enquanto o som de conversas nos bares do Centro mistura-se ao farfalhar de carros que ainda circulam. Algumas lojas já fecharam, mas alguns comércios permanecem de portas abertas, oferecendo um refúgio para quem ainda sente fome. A primeira parada pode ser o Thomaz Lanches, na Rua Sete de Setembro, 744, no coração do Centro. O balcão está cheio de clientes que chegam antes das sete, mas quem aparece às seis e meia ainda encontra o posto de esfiha quente e o kibe crocante. O ambiente é simples, com mesas e um cheiro agradável. O horário de fechamento é 19:00 nos dias úteis e 13:30 no sábado, então serve como uma opção para quem ainda está por ali antes de a madrugada avançar. Um pouco mais adiante, na Rua Amazonas, 1080, no bairro Monte Castelo, o Bourbon Café oferece um clima de cafeteria que se estende até o fim da tarde. Apesar de fechar às 18:30 de segunda a sexta, o local costuma receber o público que sai do trabalho procurando um cappuccino ou um pedaço de banana bread. As mesas são confortáveis, e o ambiente cria um ponto de encontro para quem quer um lanche leve antes de seguir para a noite. A variedade de sanduíches e tortas faz dele um lugar agradável para recarregar as energias. Para quem ainda tem energia depois das oito, o Casablanca Adega & Bistrô, na Rua Euclides da Cunha, 89, no Jardim dos Estados, abre suas portas até 23:00 de segunda a sexta e até meia‑noite no sábado. O bistrô tem um ambiente mais refinado, que combina com o público que chega dos bares próximos. O cardápio inclui pratos como feijoada completa, sushi e opções de carne premium, tudo servido em porções generosas. Os preços variam entre R$ 60 e R$ 80, mas a qualidade compensa. À medida que a madrugada avança, o local fica mais tranquilo, ideal para quem quer conversar em voz baixa ou fechar a noite com uma sobremesa elegante. Se a madrugada ainda não acabou, o Casablanca permanece como a escolha de emergência. Mesmo depois das 23:00, nos sábados, o bistrô aceita pedidos até a meia‑noite, garantindo que quem ainda está na rua encontre um prato quente e um ambiente confortável. Enquanto outras portas já se fecharam, o bistrô oferece o último ponto de apoio antes de encerrar a noite em Campo Grande.

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