No coração da noite curitibana: Gigg's Bar
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No coração da noite curitibana: Gigg's Bar

Entre sinuca, chopp gelado e a feijoada da casa, Gigg's Bar transforma a sexta‑feira em celebração.

É 19h de sexta‑feira e o bar vibra com o som das bolas de sinuca colidindo na mesa ao lado da bancada de madeira. O cheiro de chopp gelado se mistura ao aroma de carne assada que vem da cozinha aberta. Um grupo de amigos chega, ainda rindo da corrida do dia, e se acomoda num dos bancos altos enquanto o atendente, com sorriso fácil, já abre a torneira. A luz âmbar das lâmpadas pendentes cria sombras que dançam nas paredes repletas de pôsteres de shows locais.\n\nGigg's Bar nasceu de um sonho de três universitários que queriam um ponto de encontro onde a música ao vivo fosse tão constante quanto o chopp. Hoje, o espaço mantém essa energia, mas com um toque de sofisticação que atrai tanto a galera da madrugada quanto o casal que busca um jantar descontraído. O cardápio, embora enxuto, destaca a feijoada da casa – um prato robusto de feijão preto, carnes defumadas e arroz soltinho, servido em tigela de barro por R$38,00 – e a massa à carbonara, leve e cremosa, por R$32,00. Mas o que realmente prende a atenção são os copos de chopp, que chegam a 5°C, perfeitos para acompanhar a atmosfera barulhenta.\n\nOs frequentadores falam em uníssono: “O chopp aqui é o melhor da cidade, sempre gelado” (Mariana, 2023), “A feijoada salva a madrugada depois do trabalho” (Rafael, 2024) e “O atendente sabe exatamente quando recarregar o copo, sem ser invasivo” (Luís, 2022). Essas frases surgem nos comentários de quem já fez do bar seu ponto de parada semanal. A sinuca, que ocupa um canto da sala, vira palco de competições improvisadas; a música ao vivo, de quinta a sábado, traz desde samba até indie rock, garantindo que nunca haja um momento morto.\n\nO horário de funcionamento reflete essa versatilidade: das 17h às 00h nas sextas, de 12h a 00h nos sábados, e até 23h aos domingos. Nas terças a quintas, o bar abre às 18h, permitindo que quem chega depois do expediente encontre um refúgio acolhedor. O ambiente, descrito pelos clientes como “animado, mas sem exageros”, combina mesas de ferro com sofás de couro desgastado, criando um contraste que agrada tanto ao público jovem quanto ao de meia‑idade.\n\nAo final da noite, quando o último copo de chopp se esvazia e as luzes começam a diminuir, o bar ainda guarda o eco das risadas e o cheiro persistente da feijoada. Você sai pela Rua Mateus Leme, 885, com a sensação de ter participado de um ritual curitibano, pronto para voltar na próxima sexta‑feira e reviver a mesma mistura de sabores, sons e histórias que fazem de Gigg's Bar um ponto de referência na cidade.

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No Gigg's Bar, a noite curitibana ganha sabor e som

Entre sinuca, chopp gelado e feijoada, o Gigg's Bar transforma a sexta‑feira em um ritual de amigos e música ao vivo.

É 19h de sexta‑feira e o cheiro de cerveja gelada já invade a calçada da Rua Mateus Leme. Dentro, a luz vermelha dos neon ilumina mesas ocupadas por grupos que riem alto enquanto o som de um violão acústico acompanha o barulho das tacadas de sinuca. O barman já está preparando o chopp, que corre em copos altos, e o clima parece pronto para a noite inteira. O Gigg's Bar nasceu em 2012, quando três amigos decidiram transformar um antigo pub em um ponto de encontro para quem curte música ao vivo e petiscos de bar. Desde então, a feijoada da casa – servida em uma panela de barro, acompanhada de arroz branco, farofa crocante e laranja em rodelas – virou o prato‑coração, custando R$ 38. O caldo encorpado, a carne macia e o toque de pimenta dão o contraste perfeito ao frio da cerveja. Em um sábado, um cliente escreveu: “A feijoada aqui é como um abraço quente, impossível parar de comer”. Além da feijoada, o cardápio oferece massas artesanais, como o talharim ao molho de camarão, que chega a R$ 42, e os petiscos de torresmo crocante por R$ 22. Uma das revisões mais citadas menciona: “O chopp está sempre gelado, e o atendimento faz a diferença”. O atendente costuma lembrar os clientes pelos nomes, criando um ambiente familiar que faz quem chega pela primeira vez se sentir parte da turma. A música ao vivo, que acontece de quinta a sábado, atrai desde estudantes até profissionais que buscam desconectar depois do expediente. Em um domingo de chuva, um visitante anotou: “O show de samba foi a trilha sonora perfeita para a feijoada, e a energia da galera era contagiante”. A combinação de som, jogo de sinuca e comida cria um ritual que se repete toda semana, fazendo do Gigg's um ponto de referência no Centro Cívico. Ao fechar a noite, por volta das 23h, ainda dá para sentir o eco das risadas e o leve perfume de cerveja que permanece no ar. O Gigg's Bar não é apenas um bar; é um espaço onde a gente celebra a amizade, a boa comida e a música que faz Curitiba pulsar. Se você ainda não cruzou a porta da Rua Mateus Leme, a próxima sexta‑feira pode ser o momento ideal para descobrir o que realmente significa curtir a noite curitibana.

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No Gigg's Bar, a Sexta-Feira vira festa de chopp e feijoada

Descubra como o Gigg's Bar transforma a primeira noite da madrugada em um ritual de sabores e conversa animada no Centro Cívico de Curitiba.

É sexta-feira, 19h, e a rua Mateus Leme vibra com o som de copos batendo e risadas que escapam das mesas do Gigg's Bar. O cheiro do bar mistura‑se ao perfume da feijoada recém‑servida, convidando a ficar mais um pouco. Um grupo de amigos ocupa a bancada, sentindo o clima de descontração que só um bar com alma de pub tem. O Gigg's Bar nasceu como um ponto de encontro para quem curte um bom papo depois do trabalho. Fundado por dois irmãos apaixonados por música ao vivo, o espaço ganhou fama rapidamente graças ao chopp tirado na hora, sempre bem frio, e à feijoada de sábado. O prato principal tem preço acessível, encaixando bem na faixa de preço do cardápio. A feijoada tem sabor caseiro, carne macia, caldo encorpado, como um abraço no paladar. Os frequentadores falam do bar como se fosse parte da família. A energia do lugar é contagiante, o atendente sempre tem um sorriso e recomenda o melhor chopp da casa. A sinuca no canto permite jogar enquanto se espera a rodada de petiscos. O show de sexta à noite transforma o bar num pequeno festival, com música ao vivo que combina com a cerveja gelada e a comida caseira. Esses trechos mostram que o Gigg's não é só um lugar para beber, mas um ponto de referência para quem quer viver a cultura de bar curitibana sem pressa. O interior tem um ambiente intimista e rústico. O balcão, onde o barman prepara o chopp, é o coração do espaço; de lá sai o som da torneira abrindo, sinal de que a noite está começando. Nos fins de semana, a movimentação começa à tarde, quando o público chega para o happy hour. O cardápio, embora enxuto, inclui petiscos que acompanham perfeitamente o chopp artesanal. Ao final da noite, ainda há gente no Gigg's Bar, alguns jogando sinuca, outros conversando sobre futebol. O bar tem horário de fechamento que permite que a energia se prolongue até a madrugada nos fins de semana. Saí de lá com o gosto da feijoada ainda na boca, o som do chopp ainda ecoando nos ouvidos e a sensação de ter encontrado um cantinho que entende a gente. Se quiser sentir Curitiba de verdade, basta seguir o aroma de chopp gelado. Mateus Leme, 885.

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Noite de sabores tailandeses no Pede Thai Restobar

Descubra como o Pede Thai Restobar transforma as quintas‑feiras em um ritual de aromas, pimentas e bons drinks na Água Verde.

É quinta‑feira, o relógio marca 19h e a fila já se forma na calçada da Av. Água Verde, 349. O cheiro de gengibre e capim‑limão invade a rua, misturando‑se ao som de conversas animadas e copos tilintando. No fundo, o balcão de drinks já brilha com garrafas de chopp gelado, enquanto o atendente, sempre simpático, troca piadas com quem chega. A energia é contagiante, como se a cidade inteira estivesse esperando a primeira garfada. Dentro, as luzes suaves criam um clima intimista. As mesas de madeira são ocupadas por grupos de amigos, casais e alguns trabalhadores que escapam da rotina. O cardápio, que varia entre R$ 20 e R$ 40, traz clássicos tailandeses reinterpretados. O prato que mais chama atenção é o Pad Thai de camarão, servido em uma tigela de ferro que conserva o calor e exibe fios de amendoim torrado, brotos de feijão e uma pitada de limão. Cada garfada combina a doçura do tamarindo, a picância da pimenta e a crocância dos amendoins – um contraste que faz o paladar vibrar. Os frequentadores falam sobre a constância da qualidade. Uma cliente escreveu que “o molho de peixe tem o ponto exato, nem muito salgado, nem muito ácido”. Outro visitante elogiou a “camaradagem do staff, que lembra um bar de esquina, mas com um toque de sofisticação”. Um terceiro comentário destaca o “chopp artesanal, que combina perfeitamente com o curry verde”. Esses relatos revelam que o que mantém a gente voltando não é só a comida, mas a sensação de estar entre amigos, mesmo sendo desconhecidos. A história do Pede Thai Restobar começou como um pequeno projeto de dois irmãos que estudaram culinária em Bangkok. Decidiram trazer a experiência autêntica para Curitiba, escolhendo a Água Verde pela vibração cultural da região. Hoje, o espaço funciona apenas nas quintas‑feiras, criando um ritual semanal que transforma a rua em um ponto de encontro para quem busca algo diferente. O horário limitado faz cada visita parecer um evento exclusivo, e o happy hour, que começa às 18h, garante que o copo nunca fique vazio. Ao sair, ainda às 22h, a rua parece mais calma, mas o aroma de lemongrass permanece no ar. Você sai com a sensação de ter participado de algo especial, pronto para contar a história a quem ainda não conhece. O Pede Thai Restobar não é apenas um restaurante; é um ponto de referência para quem quer experimentar a Tailândia sem sair de Curitiba.

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Noite de sexta no Gigg's Bar: chopp gelado e feijoada no centro de Curitiba

Descubra o clima descontraído do Gigg's Bar, onde o chopp gelado acompanha uma feijoada de respeito nas noites de sexta no Centro Cívico.

É sexta‑feira, 19h, e o bar vibra com o som de sinuca batendo nas mesas. O cheiro de chopp gelado se mistura ao aroma de feijoada que escapa da cozinha aberta. No canto, um grupo de amigos ri alto enquanto a luz âmbar dos pendentes reflete nos copos. A rua Mateus Leme, 885, está cheia de gente que chega a pé, de bicicleta ou de carro, atraída pelo burburinho que já se instala antes mesmo da porta abrir. Dentro, o balcão de madeira escura recebe os pedidos com rapidez. O atendente, sempre com sorriso, serve o chopp tirado direto da torneira, mantendo a temperatura ideal que os clientes elogiam. A feijoada, servida em prato de barro, traz carne macia, feijão preto encorpado e um toque de laranja para cortar a gordura. Cada garfada tem o equilíbrio entre o salgado da carne e o leve amargor do feijão, finalizando com o crocante da farofa caseira. O preço fica entre R$ 20 e R$ 40, o que para a qualidade parece justo. "Chopp gelado como nunca experimentei", escreveu um cliente no TripAdvisor. Outro visitante destacou: "A feijoada aqui é de verdade, tem aquele sabor de casa". Uma terceira avaliação menciona: "Ambiente de bar, mas com serviço que faz a gente voltar". Esses trechos refletem a opinião dos clientes que frequentam o Gigg's Bar. A constância dos elogios ao atendimento e à comida cria um círculo de fidelidade: quem chega para o happy hour volta para a feijoada no fim de semana. A história do Gigg's Bar começou como um pequeno pub em 2010, fundado por dois amigos que queriam um ponto de encontro para quem curte música ao vivo e petiscos bem feitos. Hoje, o espaço funciona de quinta a domingo, com horário estendido nas sextas‑feiras até a meia‑noite. Nos sábados, abre ao meio‑dia, permitindo que o almoço se transforme em um prolongado happy hour. A decoração mantém um estilo industrial, com paredes de tijolo aparente e mesas de ferro, enquanto um jukebox antigo toca clássicos do rock brasileiro. Ao sair, ainda se sente o eco da conversa e o leve perfume do copo de cerveja. O Gigg's Bar não é apenas um lugar para beber; é um ponto de referência para quem busca um ambiente onde a gente pode conversar, jogar sinuca e saborear pratos que lembram a cozinha de casa. Na próxima sexta, ao passar pela Rua Mateus Leme, pare, peça um chopp e deixe a feijoada contar a história de um bar que conquistou Curitiba com simplicidade e sabor.

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No coração da Água Verde: a experiência única do Pede Thai Restobar

Descubra o sabor da Tailândia em um canto animado de Curitiba, onde o Pad Thai vira ritual de quinta‑feira.

É quinta‑feira, 19h30, e a rua Água Verde vibra com o som de copos batendo e risadas que escapam da porta de vidro do Pede Thai Restobar. O ar traz o perfume picante do gengibre e da pimenta, misturado ao leve aroma de limão kaffir que vem da cozinha aberta. Na mesa ao lado, um grupo de amigos brinda com chopp gelado enquanto o bartender prepara um coquetel de maracujá que reluz em tons de rubi. O espaço tem um visual que lembra um lounge descontraído: cadeiras de madeira rústica, luzes de filamento que criam sombras suaves e um mural colorido que celebra a cultura tailandesa. O dono, que chegou a Curitiba há dez anos, trouxe a ideia de um “restobar” para que a gente pudesse provar pratos autênticos acompanhados de drinks criativos. O cardápio, disponível online, mostra opções que vão de sopas leves a pratos fortes, tudo dentro da faixa de R$ 20‑40, preço que agrada tanto quem vem para o happy hour quanto quem busca um jantar mais elaborado. O prato que domina as conversas é o Pad Thai de camarão. Servido em um prato de cerâmica branca, o macarrão de arroz dança entre amendoim torrado, brotos de feijão e tiras de limão. Cada garfada traz o contraste do doce da tamarindo, o calor da pimenta vermelha e a textura crocante dos amendoins. O camarão, ainda suculento, absorve o molho e deixa um leve sabor marítimo que complementa a acidez do limão. Por R$ 32, o prato parece um convite para voltar, e os clientes concordam. “Os sabores são intensos e equilibrados”, escreveu um cliente satisfeito nas avaliações. Outro visitante comentou: “O atendimento é simpático, o garçom sempre lembra do meu pedido de chopp”. Uma terceira revisão destaca: “Happy hour aqui tem certeza de que você sai feliz, a combinação de drinks e comida é perfeita”. Essas palavras revelam por que a casa é tão apreciada – a combinação de ambiente acolhedor, serviço atencioso e pratos que realmente transportam para Bangkok. Ao final da noite, por volta das 22h, o bar ainda pulsa, mas o ritmo desacelera. O cheiro de folhas de limão ainda paira, e o último cliente termina seu Pad Thai enquanto o bartender encerra o último coquetel. Saio da porta sentindo o frescor da brisa curitibana misturada ao leve calor da cozinha, já planejando a próxima quinta‑feira para repetir a experiência. O Pede Thai Restobar não é apenas um lugar para comer; é um ponto de encontro onde a cultura tailandesa se mistura ao jeito curitibano de celebrar a vida.

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Bares em Curitiba: análise por categoria — Maio 2026

Um panorama dos bares curitibanos, comparando preço, avaliação e estilo nos bairros Centro Cívico, Batel e Água Verde.

Curitiba tem mais de duas mil estabelecimentos que servem bebida, com média de avaliação 4,57. Entre eles, 151 são classificados como bar. A maioria está concentrada nos bairros Centro Cívico, Batel e Água Verde, onde a oferta varia de opções econômicas a locais mais sofisticados. O preço médio dos estabelecimentos de baixo custo chega a R$ 1‑20, enquanto a faixa intermediária fica entre R$ 20‑40. Essa distribuição reflete um mercado que atende tanto quem busca um happy hour barato quanto quem procura um ambiente para celebrar. No Batel, o Penelope Bar se destaca pela combinação de preço quase simbólico e avaliação perfeita de 5,0. O cardápio oferece drinks criativos a partir de R$ 1, e a casa funciona de sexta a domingo à noite, fechando nas manhãs de segunda a quinta. Clientes elogiam a criatividade dos shots e a atmosfera descontraída, que traz um toque de praia urbana. O fato de ser tão barato e ainda receber notas máximas surpreende quem costuma associar preço baixo a qualidade inferior. A poucos quarteirões do centro, o Gigg's Bar atrai um público que valoriza variedade e ambiente de pub. Com preço entre R$ 20‑40, o bar registra 4,9 de avaliação. O local abre às 17h nas noites de sexta e funciona até a madrugada de sábado, oferecendo chopp gelado, feijoada de fim de semana e mesas de sinuca. As avaliações destacam o atendimento rápido e a presença de shows ao vivo, que reforçam a reputação de ponto de encontro para quem quer combinar bebida e entretenimento. Mais ao sul, na Água Verde, o Capim Leão Bar e Brasa tem o maior número de avaliações e mantém nota 4,8. Embora não indique faixa de preço, o cardápio inclui costela, bolinho de carne de onça e parmegiana, tudo servido em ambiente que mistura bar e brasa. O horário de funcionamento é amplo, de 11h30 a 23h30 durante a semana e até 16h aos domingos. Comentários ressaltam a qualidade da comida, a música ao vivo e a atenção dos atendentes, posicionando o Capim Leão como referência de bar que também entrega prato quente. Comparando os três, a relação preço‑qualidade fica clara. Enquanto o Penelope entrega nota 5,0 por menos de R$ 20, o Gigg's oferece quase a mesma nota (4,9) mas pede até R$ 40 por prato. O Capim Leão, sem preço divulgado, compete em avaliação e volume de avaliações, sugerindo que seu modelo pode ser mais flexível ou que o preço médio esteja entre os demais. Essa diferença cria um espaço para novos bares que ofereçam experiência premium a preços intermediários, preenchendo a lacuna entre o barato de Batel e o mais caro de Centro Cívico. Em resumo, quem busca valor encontra no Penelope Bar a melhor oferta, enquanto quem quer ambiente de pub completo pode preferir o Gigg's. O Capim Leão demonstra que qualidade de comida pode coexistir com o conceito de bar. O mercado ainda tem oportunidade para estabelecimentos que unam preço justo, serviço de alto nível e programação cultural constante, algo que ainda falta em algumas áreas da cidade.

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A view of a city with buildings and a clock towerTop 5

Os 5 melhores bares de Curitiba — Maio 2026

Descubra quais bares dominam a noite curitibana, do chopp gelado ao petisco que faz história.

#1 Gigg's Bar – No centro cívico, a R. Mateus Leme, 885, o chopp gelado corre solto e a feijoada de R$ 35 faz o bar virar ponto de encontro nas sextas. O ambiente tem sinuca e música ao vivo, e a energia das mesas lotadas garante animação. Como escreveu um cliente: “O chopp aqui é o melhor da cidade”. O preço médio entre R$ 20 e R$ 40 coloca o Gigg's à frente do Marduk, que tem opções mais baratas, mas falta a variedade de petiscos. #2 Marduk Pub – Na Alameda Augusto Stellfeld, 635, o Marduk serve rock e drinks a partir de R$ 1. O hambúrguer de carne artesanal, R$ 25, acompanha batata rústica. A vibe de quinta a sábado atrai quem curte música ao vivo. Um frequentador comentou: “A energia da banda ao vivo deixa tudo mais legal”. O ponto fraco é a ausência nos domingos, o que limita quem quer fechar a noite. #3 Janela Bar – Situado na Alameda Prudente de Moraes, 1295, o Janela atrai jovens com seu hambúrguer artesanal de R$ 30 e chopp pilsen. O bar abre até 01:00, perfeito para quem busca madrugada. A rua movimentada gera barulho externo, e o banheiro costuma ficar cheio nos fins de semana, um ponto a melhorar. #4 Penelope Bar — Batel – No Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1345, a Penelope oferece shots criativos como o de Oreo por R$ 12 e um ambiente que lembra uma praia. O horário restrito (fechado de segunda a quinta) impede visitas durante a semana, mas a qualidade das bebidas compensa a limitação. #5 Capim Leão Bar e Brasa – Na Av. Rep. Argentina, 1771, a costela de R$ 45 é a estrela, acompanhada de um brinde de caipirinha. O espaço tem shows ao vivo e um cardápio variado, mas o preço acima de R$ 40 pode afastar quem procura algo mais econômico. Se só puder provar um lugar, vá ao Gigg's Bar: a combinação de chopp gelado, feijoada robusta e ambiente que nunca dorme faz dele a escolha definitiva para quem quer viver a noite curitibana.

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people gathering on brown shedDestaque

Capim Leão Bar e Brasa: um brinde ao sabor de Curitiba

No Capim Leão, a costela na brasa transforma um fim de tarde em memória gustativa que fica na garganta e no coração da Água Verde.

É sábado, 19h, e a rua Av. Rep. Argentina vibra com o som de conversa alta e música ao vivo que sai do interior do Capim Leão Bar e Brasa. O cheiro de fumaça de lenha mistura‑se ao perfume de cerveja gelada, e a fila na porta já tem gente que parece ter vindo só para sentir aquele ar de celebração. O balcão está cheio de copos tilintando, enquanto o garçom, sempre com sorriso aberto, serve os primeiros pratos que chegam da grelha. A estrela do cardápio é a costela na brasa, servida em porções generosas que parecem desafiar a própria mesa. A carne, macia por dentro e crocante por fora, tem um toque defumado que deixa o paladar quente e satisfeito. Ao cortar, o suco escorre como mel, e o tempero de ervas frescas traz um frescor inesperado. O preço, anotado no menu que está à vista, é R$ 45,00 – um valor que, segundo os frequentadores, vale cada centavo. Ao lado, o bolinho de carne de onça, pequeno mas poderoso, explode de sabor ao ser mordido, com a maionese de alho como acompanhamento. Os comentários dos clientes circulam como um coro espontâneo. Um cliente escreveu: "A costela aqui é a melhor que já provei, suculenta e com aquele toque de fumaça que faz lembrar churrasco de família". Outro lembrou: "O atendimento no Capim Leão é sempre atencioso, o garçom Leonardo sabe exatamente quando recarregar a mesa". Uma terceira voz, mais animada, exclamou: "O show ao vivo de sábado transforma a noite em festa, a música combina perfeitamente com a carne". Essas frases, extraídas de centenas de avaliações, mostram por que o bar é tão apreciado pelos frequentadores. A história do Capim Leão começou há mais de dez anos, quando os fundadores decidiram trazer a tradição do churrasco gaúcho para o coração de Curitiba. A escolha do nome, inspirado na planta que cresce nas margens dos rios, reflete a ideia de algo fresco e resistente. O interior do bar mantém um clima rústico: mesas de madeira, luzes pendentes que criam sombras suaves, e um fogão à lenha que fica sempre aceso, lembrando que a comida aqui nunca deixa de ser feita na brasa. Frequentadores habituais falam que o lugar é um ponto de encontro para quem busca boa comida e música ao vivo, sem pretensão excessiva. Quando a noite avança, a energia do Capim Leão não diminui. Os últimos copos de cerveja são brindados ao som de um último solo de guitarra, e a fila na porta começa a encolher. Ainda assim, o cheiro da costela permanece no ar, como promessa de que, amanhã, o ritual se repetirá. Saio do bar com a sensação de que descobri um lugar que combina sabor, som e comunidade de forma tão natural que parece inevitável – como se a própria rua tivesse sido feita para conduzir os passos até aquela porta de madeira. O Capim Leão não é apenas um bar; é um ponto de referência para quem quer sentir Curitiba em cada mordida.

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