É manhã de sábado e eu já estou na Estrada do Catruz, 267, na zona de Pedra de Guaratiba. Chego ao Gaúchão da Pedra e avisto sua fachada de madeira rústica. Alguns clientes já ocupam a mesa de madeira ao ar livre enquanto esperam seus pratos. O ambiente ao ar livre tem um clima descontraído.
Dentro, o espaço tem mesas de madeira, cadeiras de ferro e um balcão onde o churrasqueiro prepara as carnes. O cardápio, limitado mas bem pensado, oferece cortes tradicionais como picanha, costela e linguiça artesanal. A picanha é servida em porções generosas. O sabor é direto, com o sal marinho adicionado pelo chef.
Um cliente escreveu: “A costela aqui tem aquele ponto perfeito, macia e com a gordura derretendo na boca”. Outro visitante comentou: “O ambiente é descontraído, o cheiro da brasa me faz sentir em casa”. Uma terceira opinião destaca: “O preço cabe no bolso, e a picanha vale cada centavo”. Esses relatos aparecem nas avaliações que dão ao Gaúchão da Pedra a nota máxima, reforçando a reputação de qualidade sem frescura.
O horário de funcionamento permite que a gente venha tanto para o almoço tardio quanto para um lanche antes do fim da tarde. Durante o almoço, o serviço continua ágil e o churrasqueiro interage com os clientes. Ao entardecer, o lugar ganha uma atmosfera tranquila.
Quando volto ao balcão para pagar, concluo a visita. O Gaúchão da Pedra é um ponto de encontro onde a comunidade se reúne e aprecia boa comida à beira-mar.






