No ritmo do sushi: uma noite no Nashy Sushi Prime Savassi
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No ritmo do sushi: uma noite no Nashy Sushi Prime Savassi

Entre aromas de arroz e molho de soja, o Nashy Sushi Prime Savassi transforma a noite da Savassi em um ritual de sabores japoneses.

É 20h30 numa quinta-feira movimentada. O bar de sushi vibra com o tilintar de pratos e o cheiro doce‑salgado do gengibre recém‑ralado. Na bancada, o chef desliza fatias de peixe sobre arroz perfeitamente temperado enquanto eu observo o movimento da rua Av. Getúlio Vargas, 900, onde a iluminação reflete nos vidros. Um grupo de estudantes ri alto ao redor da mesa de madeira, enquanto um casal mais velho compartilha um saquê gelado. O Nashy Sushi Prime Savassi, localizado no coração da Savassi, abre suas portas às 18h de segunda a quinta e mantém o serviço de rodízio até a madrugada de sexta a domingo. O ambiente mistura um design contemporâneo com detalhes que lembram um mercado de peixe de Tóquio, com balcões escuros, luzes pendentes e uma barra iluminada. O gerente Iara costuma aparecer para cumprimentar os clientes, e seu sorriso se torna parte da experiência, como lembram os frequentadores que dizem que "Iara faz a gente se sentir em casa". O prato que define o lugar é o temaki de salmão com cream cheese e cebolinha, enrolado à mão na hora e servido com um toque de molho de soja e um fio de óleo de gergelim. O peixe é macio, quase derrete na boca, enquanto o cream cheese traz cremosidade que equilibra a acidez do gengibre. Outro destaque é o sushi de atum picante, coberto com sementes de gergelim torrado e um leve brilho de molho picante que deixa o paladar em um leve formigamento. Um cliente escreveu: "rodízio" e descreveu a variedade como "tudo". Outro comentou que o "morango" da sobremesa de mousse de maracujá era inesperadamente refrescante. Já Lorrane Oliveira destacou o barulho animado da cozinha aberta, dizendo que isso cria uma atmosfera de energia que combina com a cidade. Ao final da noite, quando o relógio marca 23h45, o salão começa a esvaziar, mas o bar ainda pulsa. Volto ao balcão, peço um último nigiri de enguia, observando a grelha que brilha sob o molho teriyaki. A experiência se fecha como um círculo: o sabor persistente, o sorriso de Iara, o eco das conversas. Saio para a calçada da Savassi, sentindo o ar fresco da noite misturado ao perfume distante de sushi, e percebo que o Nashy não é apenas um restaurante, é um ponto de encontro onde a tradição japonesa encontra o ritmo urbano de Belo Horizonte.

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City skyline silhouetted against a colorful sunset sky.Destaque

No ritmo do sushi em Lourdes: a experiência no Nashy Sushi BH

Descubra como o Nashy Sushi BH transforma uma noite de sexta-feira em Lourdes numa celebração de sabores japoneses, com rodízio que conquista os moradores.

É quinta-feira, 19h, e a rua Espírito Santo vibra com o som de garfos e conversas animadas. Dentro do Nashy Sushi BH, o ar carrega o perfume sutil do arroz quente misturado ao vinagre, enquanto a bancada de peixes frescos reluz sob a luz branca. Um grupo de amigos ocupa a mesa ao canto, rindo alto, enquanto o chef desliza fatias de salmão sobre o arroz, formando nigiris que parecem obras de arte. O restaurante, localizado na R. Espírito Santo, 1972, em Lourdes, tem um rodízio que se tornou ponto de referência para quem busca sushi de qualidade sem exageros. O cardápio oferece opções que vão do clássico temaki de atum ao ousado shimeji grelhado, passando por ceviche de peixe branco que combina acidez e frescor. O destaque, segundo os frequentadores, é o sushi de salmão com cream cheese, servido a R$ 45,00, que equilibra a cremosidade do queijo com a textura macia do peixe, tudo sobre um arroz levemente adocicado. Os frequentadores consideram o custo‑benefício imbatível. Um cliente escreveu que "o rodízio vale cada centavo, a qualidade dos peixes surpreende". Outro destacou a variedade: "Adoro a opção de shimeji, nunca vi nada parecido em outro sushi bar da cidade". Um terceiro lembrou o atendimento: "O gerente Daniel sempre lembra do meu pedido de extra gengibre, isso faz a diferença". Essas vozes revelam um lugar que não só serve comida, mas cria um ambiente de familiaridade, onde o staff conhece os clientes pelo nome. A história do Nashy Sushi BH começa com dois irmãos apaixonados pela culinária japonesa que decidiram trazer um pedacinho de Tóquio para Belo Horizonte. A escolha de Lourdes como sede não foi aleatória; o bairro, conhecido pela vida noturna e pela diversidade de opções gastronômicas, oferecia o cenário perfeito para um sushi bar que pretende ser tanto casual quanto sofisticado. A decoração minimalista, com mesas de madeira clara e iluminação suave, reforça a sensação de um espaço onde a comida fala mais alto que o ambiente. À medida que a noite avança, o ritmo do restaurante acelera. O bar de saquê ganha vida, e o som dos copos se mistura ao chiado da grelha onde o shimeji é preparado. Quando o relógio marca 22h, a fila na porta diminui, mas a energia permanece. Saio do Nashy Sushi BH com a sensação de ter participado de um ritual, onde cada peça de sushi foi pensada, cada detalhe do serviço foi cuidadoso, e cada sorriso do staff reforçou a ideia de que aqui, a comida japonesa tem um lar em Belo Horizonte.

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Nashy Sushi BH

star4.7

Culinária tradicional japonesa em um ambiente familiar com decorações típicas do país asiático.

a city with many buildingsDestaque

No ritmo do sushi: a experiência única do Nashy Sushi Prime em BH

Entre o burburinho da Rua Irmão Gonçalves Xavier e o aroma de peixe fresco, o Nashy Sushi Prime revela por que é o ponto de encontro dos apaixonados por comida japonesa em Belo Horizonte.

É sábado à tarde, o sol já começa a cair e a rua São Pedro vibra com o som de conversas e o tilintar de copos. Dentro do Nashy Sushi Prime, o balcão de madeira escura recebe uma fila de clientes que esperam pelo rodízio de sushi. O ar está impregnado de um leve perfume de arroz levemente adocicado e peixe recém‑cortado, enquanto a música pop japonesa toca ao fundo. Eu chego ao bar, troco um sorriso com a atendente Iara, e me acomodo no balcão, pronto para mergulhar na experiência. O cardápio, disponível online, destaca o "Temaki de Atum Premium" por R$ 45,00, o "Sashimi de Salmão" por R$ 38,00 e o clássico "Roll de Califórnia" por R$ 32,00. Decido começar pelo temaki, que chega enrolado em nori crocante, recheado com atum rosado, cream cheese e um toque de cebolinha. Cada mordida traz a suavidade do peixe combinada com a cremosidade do queijo, finalizando com a leve picância da pimenta vermelha. O sabor se equilibra perfeitamente, e a textura do arroz, firme porém macio, faz o conjunto irresistível. Os comentários dos frequentadores pintam um quadro animado: "O atendimento da Wanderson é rápido e sempre com um sorriso", escreveu um cliente no Google; outra revisora, Iara, destacou que "o barulho do sushi sendo preparado na frente dá uma sensação de autenticidade"; já o Willian comentou que "o rodízio de quinta‑feira vale a pena, tem opções para todos os gostos". Esses relatos revelam um ambiente descontraído, onde a equipe parece parte da experiência, e o barulho dos pratos sendo servidos cria uma atmosfera viva que mantém os clientes voltando. A história do Nashy começa com dois amigos que, apaixonados pela culinária japonesa, decidiram abrir um espaço que fosse ao mesmo tempo sofisticado e acessível. A escolha da Rua Irmão Gonçalves Xavier, no bairro São Pedro, foi estratégica: a área combina residências antigas com novos empreendimentos, atraindo um público variado, de executivos a estudantes. O interior reflete essa mistura, com iluminação quente, mesas de madeira e um balcão aberto onde os chefs preparam os rolos diante dos olhos curiosos. Às 7 h da noite, a iluminação se suaviza, criando um clima intimista ideal para um jantar tardio. Ao final da minha visita, ainda sinto o sabor do sushi lingerar na boca e o eco das risadas ao redor. O Nashy Sushi Prime não é apenas um restaurante; é um ponto de encontro onde a tradição japonesa se mescla com a energia de Belo Horizonte. Se você ainda não passou por lá, imagine-se na fila, sentindo o aroma do peixe, ouvindo o som da faca cortando o arroz e, em seguida, saboreando aquele temaki que faz o tempo parar por alguns minutos. Essa é a magia que transforma uma simples refeição em memória.

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Nashy Sushi Prime

star4.9

Restaurante casual que serve sushi, teppanyaki e outros pratos japoneses em ambiente contemporâneo.

A lush view of a metropolitan city.Top 5

Os 5 melhores restaurantes japoneses de Belo Horizonte — Maio 2026

Descubra quais restaurantes japoneses dominam Belo Horizonte, do sofisticado rodízio da Yakan ao clima descontraído de Sushi Japa Chan.

A cena japonesa em Belo Horizonte mistura tradição e criatividade, e nenhum lugar representa isso melhor que a Yakan, que lidera a lista como número um. Situada no coração da Savassi, a Yakan transforma o jantar em um espetáculo de sabores. Yakan (Savassi) oferece um rodízio premium com preço entre R$ 140 e R$ 160. O ambiente combina música ambiente com um toque gospel que acompanha a experiência. O cardápio inclui ceviche, picanha de wagyu e uma variedade de peças de sushi que chegam a mais de cinquenta opções. O serviço usa tablets para escolher os pratos, o que agiliza o ritmo do rodízio. Apesar do preço elevado, a qualidade dos ingredientes justifica cada centavo, e a atenção da equipe mantém o ritmo fluido durante toda a noite. Nashy Sushi Prime, localizado na Rua Irmão Gonçalves Xavier, traz um rodízio que rivaliza com o da Yakan, porém com um ambiente mais intimista. Sem faixa de preço divulgada, o restaurante compensa com um atendimento que lembra um clube exclusivo, onde os clientes são guiados por uma equipe que conhece cada detalhe do menu. O bar exibe uma seleção de sakes que complementam os nigiris e os temakis. O barulho animado pode ser intenso nos fins de semana, o que pode incomodar quem busca silêncio absoluto. Bendito Japa, no Estoril, entrega um rodízio que se destaca pela variedade de peças e pela energia da equipe. O horário estendido permite almoços e jantares, e o serviço inclui opções de doces de leite que surpreendem. Embora não haja preço publicado, a percepção dos frequentadores indica que o custo fica próximo ao de um jantar completo em um restaurante de médio porte. A única ressalva é a espera nas noites de maior movimento, quando o fluxo de bandejas aumenta. Engenheiros – Unidade Cruzeiro, na Av. Afonso Pena, traz um conceito mais acessível com preço entre R$ 20 e R$ 40. O cardápio mistura sushi tradicional com bowls de poke, oferecendo opções leves para o almoço e o jantar. O espaço tem um toque moderno, com tecnologia de pedidos por telefone e um ambiente que aceita famílias e estudantes. A qualidade do salmão é consistente, embora a decoração simples não impressione tanto quanto a dos concorrentes de topo. Sushi Japa Chan, na Pampulha, fecha a lista com um preço também entre R$ 20 e R$ 40 e horário que começa às 18h nos dias úteis. O restaurante funciona como um buffet self‑service, permitindo que os clientes montem seu prato à vontade. A localização próxima ao lago da Pampulha atrai quem busca jantar depois de um passeio. O ponto fraco é o fechamento às segundas‑feiras, limitando a flexibilidade para quem deseja visitar durante a semana. Se você puder provar só um, escolha a Yakan – ela reúne preço, qualidade e experiência em um só lugar.

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