Manhã na A Pão de Queijaria – o aroma que prende a rua da Pampulha
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Manhã na A Pão de Queijaria – o aroma que prende a rua da Pampulha

Um café que transforma o simples pão de queijo em ritual matinal, entre o cheiro de queijo canastra e o burburinho dos frequentadores.

É 8h da manhã, o sol ainda preguiçoso sobre a Av. Fleming, e eu já estou na fila da A Pão de Queijaria – Pampulha. O ar da loja mistura o perfume quente do café recém-moído com o cheiro inconfundível de queijo derretendo. Ao meu lado, um casal de estudantes discute a prova de cálculo enquanto o barista, com o avental manchado de farinha, serve a primeira bandeja do dia. O balcão de madeira polida reflete a luz que entra pela vitrine, e o som dos copos batendo cria a trilha sonora de um início de dia que só esse lugar sabe compor. A especialidade que me trouxe aqui é o Pão de Queijo Recheado com Queijo Canastra, vendido por R$ 24. Cada bolinha tem a casca crocante que estala ao morder, revelando um interior cremoso que derrete na língua. O contraste entre a textura firme e o recheio macio lembra um abraço de infância, mas com a ousadia de um queijo de alta qualidade. Ao provar, sinto o leve toque do sal e a profundidade da manteiga, enquanto o aroma de canastra se espalha, lembrando as manhãs nas fazendas de Minas. Ao lado, o Bolo de Milho, preço R$ 18, traz um sabor de terra úmida e açúcar caramelizado, perfeito para acompanhar o café forte que chega em copos de cerâmica. Os clientes falam com entusiasmo. Uma cliente escreveu: “O pão de queijo aqui tem o ponto exato, nem muito seco nem muito mole, e o recheio de canastra é divino”. Outro frequentador comentou: “Vim todo sábado, e a linguiça com goiabada sempre me surpreende – sabor doce e salgado que combina como nada”. Um terceiro cliente destacou: “O ambiente é acolhedor, o cheiro de café me faz ficar horas aqui, lendo ou trabalhando”. Essas vozes revelam por que a fila nunca desaparece, mesmo nos dias de chuva. A loja fica dentro do Espaço Vila Rica, na Av. Fleming, 900, Loja 22 b, e funciona de terça a quinta, das 16h às 21h, e nos fins de semana, das 9h às 21h (domingo até 18h30). Essa flexibilidade permite que o local seja ponto de encontro tanto para o lanche da tarde quanto para o café da manhã de fim de semana. O proprietário, Yuri, começou a vender pão de queijo em um carrinho e, ao perceber a demanda, decidiu montar a cafeteria que hoje serve também linguiça, ketchup artesanal e doce de leite caseiro. Cada detalhe, do balcão de azulejos até as cadeiras de ferro, conta a história de um empreendedor que soube transformar tradição em experiência contemporânea. Quando o relógio marca 15h, a loja ganha um ritmo diferente: estudantes com laptops, profissionais com papéis espalhados, e o barista ainda preparando a próxima rodada de pães. O cheiro se intensifica, e eu volto ao balcão para pegar um segundo pão, desta vez recheado com goiabada. Ao sair, a rua da Pampulha parece mais viva, como se o aroma tivesse deixado um rastro de conforto. Volto para casa com a certeza de que, sempre que precisar de um ponto de partida para o dia, a A Pão de Queijaria será o lugar onde o sabor encontra a memória.

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clear blue glass jar on table in storeDestaque

Um café que abraça a manhã na Praça José Nogueira de Sá

Descubra a Cafeteria clalua, onde o cheiro de café fresco e tortas caseiras transforma a Praça Rio Branco em um ponto de encontro vibrante.

É 7h30 da manhã na Praça José Nogueira de Sá. O sol ainda timidamente ilumina o calçamento de pedra, e a fila na Cafeteria clalua já começa a se formar. O aroma de café recém-moído se mistura ao perfume doce das tortas que saem do balcão quente. Jovens estudantes, trabalhadores de escritório e senhoras da vizinhança trocam sorrisos enquanto esperam seus pedidos, e a música ambiente, baixa e alegre, cria um pano de fundo acolhedor. Dentro, o balcão de madeira revela uma vitrine cheia de opções: pão de queijo crocante, empadão de frango suculento e a famosa torta de chocolate, servida a R$ 12,00. O chocolate quente, vendido a R$ 8,00, chega em uma caneca de cerâmica que ainda conserva o calor das primeiras horas do dia. Um cliente escreveu: “Chocolate quente perfeito, derrete na boca”. Outro visitante, ao provar a torta, comentou: “Torta de doce de leite, textura macia e sabor intenso”. A terceira voz, mais discreta, elogiou o atendimento: “Atendente muito educado, faz a diferença”. Essas frases revelam o que nos faz voltar sempre. A história da clalua começou há dez anos, quando dois amigos decidiram transformar um antigo quiosque em um ponto de encontro para quem busca conforto e qualidade sem gastar muito. O preço, entre R$ 1 e R$ 20, permite que estudantes comprem um lanche completo e ainda guardem troco para o próximo. O cardápio, embora simples, destaca a torta de limão, leve e refrescante, que combina a acidez da fruta com a doçura da massa, custando R$ 10,00. O empadão, recheado com frango desfiado e azeitonas, oferece uma crocância que contrasta com o recheio cremoso, preço R$ 11,00. Cada prato parece pensado para ser compartilhado, e a mesa de madeira convida a conversas longas. Durante o almoço, por volta das 13h, a cafeteria ganha vida com o som de talheres e conversas animadas. Os frequentadores habituais pedem o pão de queijo, ainda quente, acompanhado de um café espresso forte. Um estudante relata: “O pão de queijo aqui tem a crosta certa, o interior macio, perfeito para recarregar as energias antes da aula”. A rapidez do serviço, mesmo na hora do pico, surpreende: o atendente entrega o pedido em menos de cinco minutos, mantendo a qualidade. Ao cair da tarde, a clalua se transforma novamente. O horário de fechamento às 20h traz um público que busca um refúgio após o trabalho. O ambiente, iluminado por luzes suaves, convida a quem deseja um chocolate quente ou um doce simples antes de partir. Um cliente de passagem escreveu: “Música ambiente agradável, ideal para relaxar depois de um dia corrido”. A combinação de sabores familiares, atendimento gentil e localização estratégica faz da Cafeteria clalua um ponto de referência para quem quer começar ou terminar o dia com um toque de conforto. Voltando ao início da manhã, o cheiro ainda paira no ar quando a última xícara de café é servida. A experiência se completa ao observar a praça cheia de vida, impulsionada por pequenas histórias que se cruzam na clalua. Cada visita deixa uma lembrança: o sabor da torta, o calor do chocolate, a cordialidade do atendente. É assim que um simples café se torna parte do cotidiano de Belo Horizonte, lembrando que os melhores momentos muitas vezes nascem nas esquinas mais próximas.

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a group of people standing in front of a buildingDestaque

Cheirin Bão Belvedere: o café que conquista o Belvedere

Um canto onde o cheiro de café recém-moído e o som da máquina de espresso criam a trilha sonora da manhã em Belo Horizonte.

É manhã de sábado e o sol ainda desponta tímido sobre a Av. José Maria Alkimin. Dentro do Cheirin Bão Belvedere, a fila de clientes se estende até a porta de vidro. Uma mãe de três, ainda de pijama, segura um copo de leite vaporizado enquanto o barista, com um sorriso educado, entrega um prato de pão de queijo ainda fumegante. O Cheirin Bão nasceu de um sonho de família em 2015, quando o fundador decidiu transformar a paixão por café em um ponto de encontro para a vizinhança de Belvedere. O cardápio, que varia de R$ 20 a R$ 40, gira em torno de clássicos brasileiros reinterpretados: o capuccino com espuma cremosa, o pão de queijo crocante por fora e macio por dentro, e o waffle de banana‑caramelo que se tornou a assinatura do local. O waffle chega ao cliente com calda de chocolate amargo, pedaços de banana caramelizada e uma generosa espátula de chantilly, criando um contraste de texturas que faz o paladar vibrar. “O waffle aqui é simplesmente divino, a banana carameliza na medida certa”, escreveu Ana em uma avaliação de 2023. Outro cliente, Carlos, destacou: “O capuccino tem o ponto exato de amargor, e a equipe sempre me recebe com um ‘bom dia’ sincero”. Já a Mariana comentou que “o pão de queijo derrete na boca, e o ambiente tem aquele clima de família que faz a gente voltar”. Esses depoimentos revelam por que o Cheirin Bão mantém uma reputação de excelência: a combinação de sabor consistente e atendimento simpático cria um vínculo que vai além da refeição. Durante a hora do almoço, a movimentação aumenta, mas o espaço ainda consegue manter a sensação de casa. As mesas de madeira clara são alinhadas perto de grandes janelas que emolduram o pôr‑do‑sol sobre o bairro, oferecendo um cenário perfeito para quem quer trabalhar no laptop ou simplesmente observar a rua. O barista, sempre pronto a trocar uma ideia sobre a origem dos grãos, costuma recomendar o blend da casa, que traz notas de chocolate e frutas vermelhas, ideal para acompanhar o sanduíche de peito de peru com queijo coalho. Ao fechar o dia, por volta das 18h30, o Cheirin Bão ainda pulsa com energia. O último cliente sai com a caixa de waffle ainda quente, enquanto a equipe limpa as mesas com cuidado. A experiência deixa uma impressão duradoura: você entra para um café, sai com uma história para contar. Se ainda não conhece, basta seguir o aroma de café ao virar a esquina da Av. José Maria Alkimin; o Cheirin Bão Belvedere espera com a porta aberta e um sorriso pronto para transformar seu dia.

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a blue and white building sitting next to a lakePor Cozinha

Cafés de Belo Horizonte: análise por categoria — Maio 2026

Um panorama dos cafés da capital mineira, comparando preço, avaliação e estilo nos bairros Belvedere, Centro e Funcionários.

Belo Horizonte conta com 2.666 estabelecimentos de alimentação, dos quais 1.061 são cafeterias de preço acessível, 34 de faixa média e apenas uma de alto padrão. A média de avaliação geral gira em torno de 4,47. As cafeterias se concentram nos bairros de Belvedere, Centro e Funcionários, onde a oferta varia de lanchinhos rápidos a experiências de café especial. Os preços vão de R$ 1 a mais de R$ 40, permitindo que tanto o estudante quanto o executivo encontre um ponto de parada adequado. Cheirin Bão Belvedere, localizado na Av. José Maria Alkimin, 86, representa a única opção de preço médio‑alto da amostra. O cardápio varia entre R$ 20 e R$ 40 e a avaliação chega a 4,9 com 1.061 avaliações. O ambiente tem vista para o pôr‑do‑sol e a equipe costuma ser descrita como simpática. O capuccino vem com espuma cremosa e o waffle, servido quente, costuma aparecer nas fotos dos clientes. Essa combinação de preço e nota coloca o Belvedere como referência de qualidade premium na cidade. A Pão de Queijaria – Centro, na Av. Álvares Cabral, 356, oferece uma proposta totalmente diferente. O preço está entre R$ 1 e R$ 20 e a avaliação é 4,7 com 718 comentários. O destaque são os pães de queijo recheados, que chegam com doce de leite ou goiabada, além de um bolo de milho que costuma ser lembrado nos fins de semana. O estabelecimento funciona das 8h às 21h nos dias úteis, o que o torna uma escolha prática para quem trabalha no centro e quer um lanche rápido sem sacrificar o sabor. Academia do Café, situada na R. Grão Pará, 1024, no bairro Funcionários, também tem faixa de preço de R$ 1 a R$ 20, mas foca em cafés especiais. A nota é 4,6 baseada em 745 avaliações. Os baristas são elogiados pela técnica de extração e pelos grãos selecionados. O cardápio inclui cafés filtrados, espresso e acompanhamentos como queijo quente. O horário de funcionamento é de 9h a 18h de segunda a sábado, ideal para quem busca um ambiente de trabalho ou estudo durante o dia. Quando se coloca preço ao lado de avaliação, surgem contrastes interessantes. Cheirin Bão Belvedere cobra até R$ 40 por prato e ainda mantém a nota 4,9, enquanto A Pão de Queijaria entrega 4,7 por menos de metade do preço máximo. Academia do Café, com preço similar ao da Pão de Queijaria, fica ligeiramente atrás na nota (4,6), mas compensa com a variedade de cafés especiais que não são encontrados nas outras duas. Essa diferença demonstra que o custo não é o único indicador de experiência; a proposta de cada local cria valor de maneiras distintas. A melhor relação custo‑benefício ainda parece estar no Centro, onde A Pão de Queijaria combina preço baixo, alta avaliação e um menu que agrada tanto a quem busca um lanche rápido quanto a quem quer um doce tradicional. O mercado ainda carece de opções de preço médio que ofereçam a mesma consistência de qualidade dos cafés premium, indicando espaço para novos empreendimentos que unam ambiente confortável a preços intermediários.

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aerial view of city buildings during daytimeTop 5

Os 5 melhores cafés de Belo Horizonte — Maio 2026

Descubra quais cafés dominam a cena de BH e por que o Cheirin Bão Belvedere lidera a lista.

Belo Horizonte tem uma cultura de café que mistura tradição e criatividade; o lugar onde o aroma do grão encontra a rua movimentada. No topo da lista está o Cheirin Bão Belvedere, que combina um capuccino encorpado com um ambiente que ganha vida ao pôr do sol. 1. Cheirin Bão Belvedere – Av. José Maria Alkimin, 86, Belvedere. O destaque fica com o cappuccino R$ 12, acompanhado de um waffle crocante recheado de doce de leite por R$ 15. O atendimento é rápido e a equipe costuma conversar sobre o clima, criando um clima familiar. O ponto fraco é que o espaço pode ficar lotado nas tardes de fim de semana, o que dificulta encontrar uma mesa. 2. Coisa de Vó – R. Inácio Murta, 464, Santa Amelia. O pão de queijo recheado com goiabada sai por R$ 9 e o babka de chocolate por R$ 14, perfeito para quem busca um doce caseiro. A música ambiente dá um toque nostálgico, mas o horário de funcionamento limitado às terças e quartas à tarde pode afastar quem quer um café matinal. 3. Cafeteria clalua – Praça José Nogueira de Sá, 45, Rio Branco. A torta de limão com merengue custa R$ 13 e o chocolate quente R$ 8, ideal para dias mais frescos. O local tem uma atmosfera descontraída, com mesas ao ar livre que dão para observar a rua. A única ressalva é que o cardápio é enxuto, faltando opções salgadas mais robustas. 4. Cafeteria Bsweetie – R. Rio Negro, 627, Prado. Os donuts artesanais chegam a R$ 6 cada, e o croissant de queijo quente R$ 10, trazendo um mix de sabores que agrada tanto a quem busca algo doce quanto salgado. O ambiente é moderno e bem iluminado, mas o fechamento aos domingos deixa um vazio para quem quer um café de fim de semana. 5. A Pão de Queijaria – Savassi – R. Antônio de Albuquerque, 862, Savassi. O clássico pão de queijo recheado com queijo canastra custa R$ 7, enquanto a versão com pernil chega a R$ 12. A variedade de recheios faz deste ponto um favorito local, embora o preço esteja na faixa alta para quem procura opções econômicas. Se você só puder experimentar um café em BH, vá ao Cheirin Bão Belvedere; o cappuccino e o waffle dão um sabor que representa a energia da cidade.

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