É 7h30 de uma terça‑feira no Meireles. A rua Antônio Augusto apresenta a fachada do Atelier 1913, onde chegam clientes para o primeiro café do dia. O barista, com o avental aberto, despeja água quente sobre grãos recém‑moídos. Dentro, a luz natural entra pelas grandes janelas, e a acústica permite ouvir o tilintar das colheres.
O cardápio, embora enxuto, tem um prato que se tornou referência: o croissant de rapadura com recheio de queijo coalho. A massa quebra ao morder, liberando o recheio de queijo coalho. Por R$ 28,00, ele acompanha um café filtrado. O croissant combina rapadura e queijo coalho.
Além do croissant, o Atelier 1913 oferece um risoto de salmão que chega à mesa por volta das 13h. O arroz arbóreo contém pedaços de salmão defumado e manteiga de ervas. Por R$ 42,00, o prato combina salmão com risoto.
A atmosfera do café não se resume à comida. O espaço reserva um canto com mesas de madeira rústica onde grupos de estudantes estudam, casais conversam e freelancers trabalham em laptops. A música ao vivo nas terças‑feiras, com violão e voz, acompanha o ambiente. O horário de funcionamento estendido nas quintas‑feiras, das 7h às 20h, permite que quem prefere um café matinal aproveite o horário.
Ao final da visita, às 15h, o último cliente sai. O Atelier 1913 permanece aberto, pronto para receber a próxima leva de gente que busca um ponto de encontro. Para quem ainda não conhece, basta seguir a rua Antônio Augusto até a porta de vidro do café.






